Mantendo a tradição de fim de ano, ininterrupta desde a
fundação do blog "Cais do Pico" e que, por essa razão, corresponde à oitava edição, é chegada a hora
de fazer um balanço anual do que se passou neste
blog, tendo em atenção
os 346
posts anteriormente publicados durante o ano de 2021.
Agradeço, em primeiro lugar, a todos os leitores deste
blog, pois só faz
sentido aqui escrever se existir alguém desse lado que tenha interesse em ler.
Em particular, tem sido contínuo o sentimento de que escrever sobre um pouco de
tudo relacionado com a ilha montanha, sendo dado destaque à zona do Cais do
Pico, à vila e ao concelho de São Roque do Pico, é tempo, esforço e dedicação
bem empregues, porque o retorno é fantástico; mais precisamente, seja através de
comentários neste
blog, mensagens para o seu
e-mail (
mail@caisdopico.pt), contactos via Facebook (
facebook.com/blogcaisdopico), Instagram (
instagram.com/blogcaisdopico), Twitter (
twitter.com/blogcaisdopico) ou abordagem pessoal, várias foram as pessoas que tiveram palavras muito
simpáticas para comigo devido ao
blog.
Em segundo lugar, não esqueço os internautas que recorrem a este
blog para os mais variados fins e que fazem uso regular
dos separadores "
Barcos", "
Aviões" e "
Autocarros", separadores estes que mantenho permanentemente atualizados pela enorme
responsabilidade que a sua informação já representa para a sociedade, comprovado
pelo facto de serem das páginas mais visitadas — a título de exemplo, houve um
comerciante que me indagou sobre se eu podia atualizar a previsão das escalas
dos navios de mercadorias que servem o Pico ainda mais cedo, pois essa
informação lhe era muito importante para dar a previsão de entrega de encomendas
aos seus clientes. Outros leitores não raramente partilham e/ou comentam como os
post aqui publicados "
trazem a ilha montanha ao coração dos que estão longe"; há ainda os que fazem uso desta página para preparar a sua primeira visita à
ilha montanha, recorrendo para isso ao separador "
Informações úteis". De certa forma relacionado com o que foi mencionado anteriormente,
posso revelar que, através do
blog, recebi
e-mails que perguntavam
desde os preços de bilhetes nos barcos de passageiros até como funcionavam os
testes à COVID-19 no Pico; outros houve que pediam esclarecimentos de matérias
aqui abordadas ou mesmo uma autorização para divulgarem histórias relatadas
neste
blog, como foi
exemplo um contacto vindo de Espanha. Não esqueço igualmente um antigo professor da Universidade dos Açores, o qual
me procurou pessoalmente para me dar os parabéns por um
artigo publicado no final de 2020 e para me transmitir, para uso futuro, mais ferramentas e técnicas de
abordagem para artigos de índole semelhante.
Reitero o que aqui já mencionei no passado: o retorno obtido continua a superar
tudo aquilo que alguma vez poderia imaginar; digo isto porque, à primeira vista,
parece um tanto ou quanto impossível escrever regularmente só sobre uma ilha no
meio do Atlântico, a qual tem menos de 15 mil habitantes (ou seja, um dos locais
mais remotos e menos populosos do país), recorrendo para isso apenas ao tempo
livre e tendo em consideração que passo grande parte do ano fisicamente ausente
da ilha montanha... Contudo, as estatísticas têm demonstrado que esse desafio
quase impossível tem sido superado com distinção: 2021 representou um novo
recorde de
posts num só ano, pois contando com este são 347! Por outras
palavras, só em 18 dias deste ano não houve uma nova publicação neste
site. Tenho a confessar uma coisa: no início do ano, mais precisamente a meio de fevereiro,
notei que a média de novos
posts estava muito aquém do habitual,
tendo então lançado um novo desafio pessoal, o qual consistia em publicar um
post diário até ao final do ano; hoje,
passados 311 dias desde essa resolução, orgulho-me das respetivas 311 publicações consecutivas, onde se inclui o
simbólico
2000.º post, superando assim mais um desafio, o qual tem agora o merecido remate — no
próximo ano não perspetivo bater este recorde, mas daqui a um ano faremos as
contas :) Do vosso lado, as estatísticas são ainda mais impressionantes, pois é
graças a vocês que o
blog "
Cais do Pico" alcançou, no verão passado, a marca simbólica de
dois milhões e meio de visualizações, sendo que atualmente já foram superadas as 2,65 milhões de visitas!
É igualmente justo reconhecer que todas estas marcas também se devem a todos
aqueles que deram a conhecer este
blog, mais concretamente a outros
blogs que incluem o "
Cais do Pico" na sua lista de leituras, a quem passou a palavra de boca em boca dos
posts aqui publicados e a quem partilhou os mesmos no
Facebook/Instagram/Twitter, sendo que a todas estas pessoas renovo o meu
agradecimento pela divulgação efetuada.
Em termos de acesso à informação, o
blog não registou alterações durante
o ano de 2021: o
link de acesso continua simples de memorizar —
caisdopico.pt — e basta
procurar por
@blogcaisdopico nas sociais em voga —
Facebook,
Instagram
ou
Twitter
— para poder facilmente seguir a informação aqui disponibilizada (estas redes
sociais juntas somam mais de 3.000 seguidores, contabilizando cada uma 62%, 37%
e 1% do total, respetivamente); em alternativa, é possível registar um
e-mail e receber automaticamente uma mensagem sempre que existir um novo
post (consultem a barra lateral direita ou o final da página deste
blog para aderir, consoante estejam a visualizar num computador ou num
telemóvel, respetivamente). Por outro lado, alguns dos temas aqui abordados
tiveram direito a voz (literalmente) através das
Crónicas na Rádio Pico
e do Jornal da Ilha — este último um programa de rádio que une as três
radiodifusoras locais do Pico,
as quais tornam efetivamente esta ilha numa ilha radiofónica.
Tomando agora a liberdade de destacar algumas das publicações efetuadas durante
o oitavo "ano de vida" do
blog "
Cais do Pico", e apesar da pandemia de COVID-19 que continuou a assolar todo o mundo (já lá
irei), houve um conjunto alargado de
posts que terminaram com uma frase
comum (para além do habitual "Haja saúde!") e que traduziram aquilo que se sente
na ilha montanha: "
o Pico está na moda!" Mais precisamente, a ilha
montanha está de tal forma no centro das atenções que voltou a merecer
referências por parte de prestigiados jornais e revistas internacionais, tais
como '
The Telegraph', '
Financial Times', '
Condé Nast Traveler', '
Forbes', '
Travel + Leisure' e '
Esquire', entre outros. Aliás, mais do que estar na moda, o Pico afirmou-se
definitivamente como uma referência mundial do turismo ao ser incluído numa
famosa e restrita lista dos 50 melhores destinos do mundo para visitar em 2022,
isto por ser "
um local sedutor de outro mundo coberto com rochas vulcânicas pretas"; outros disseram que o Pico é "
a ilha que reescreve a definição de luxo e de ilha paradisíaca", tendo igualmente a televisão aberta portuguesa destacado como o
Pico é caso de sucesso do turismo rural — não por acaso,
fica nesta ilha o melhor alojamento português de turismo rural dos que
abriram em 2021. No mundo
online também não faltaram menções elogiosas à ilha
montanha, desde a
vinha do Pico em destaque na plataforma de Artes e Cultura da Google
até
recomendações de websites de pesquisa de viagens em como o Pico é
um das melhores ilhas da Europa para umas férias longe das multidões — note-se que até foram feitos
vídeos promocionais por parte de influencers digitais, alguns dos quais consideraram o Pico como "
provavelmente, a ilha mais completa dos Açores". Tudo isto comprova o potencial turístico da ilha montanha, algo que se
traduziu em números, como é exemplo o facto de o
Museu do Pico ter sido o quarto espaço museológico mais visitado de
Portugal, ou em visitas de figuras mais ou menos conhecidas do público em geral, desde
o
homem mais rico do Brasil que fundeou, no seu mega-iate, ao largo da ilha
montanha até aos
Duques de Bragança, passando até por um antigo astronauta da NASA —
o qual disse que subir à montanha mais alta de Portugal foi mais complicado
do que ir ao espaço! Em suma, e como desabafou um conhecido locutor de rádio, "
ali [no Pico] está-se bem"!
Mas não só no turismo o Pico mostrou a sua pujança: esta foi a
única ilha dos Açores que não registou uma quebra nos nascimentos nas últimas
duas décadas, além de que, tal como revelaram os Censos 2021, ter sido a
única ilha dos Açores que perdeu menos população do que a média nacional
— inclusivamente,
fica no Pico o único concelho dos Açores que registou crescimento da
população ao longo dos últimos dez anos. Estas são algumas razões para outra estatística impressionante:
o preço das casas no Pico foi o que mais disparou em Portugal!
A gastronomia picarota mereceu igualmente um elevado destaque: seguindo a ordem
normal de uma refeição, pode-se começar por falar de
uma manteiga de sonho (mas não só) como entrada, passando depois ao
polvo guisado à moda do Pico em destaque no Brasil, tudo isto acompanhado pelos
vinhos do Pico que atraem investidores estrangeiros (pois
a alma desta ilha está também nos vinhos); para finalizar, porque não apreciar um
licoroso excecional e/ou a
melhor aguardente de Portugal, ambos produzidos na ilha montanha. Dito de outra forma, o
Pico está na moda também na restauração — pois o seu
estranho poder de atração
coloca
uma ilha à mesa e uma montanha no coração
— não sendo de admirar que o
Pico se tenha tornado também no novo destino "foodie" da Europa — para usufruir destas iguarias ainda é preciso ir a um restaurante ou
confecionar as mesmas, isto apesar de
rumores que apontavam para a iminência da chegada da Uber Eats à ilha
montanha.
Houve ainda espaço para outras notícias positivas, como é exemplo a
implementação de um serviço audioguia pioneiro a nível regional no Museu
da Indústria Baleeira — este foi o culminar de uma das propostas vencedoras do primeiro
Orçamento Participativo dos Açores (de 2018), tendo sido igualmente uma das
causas deste
blog [nem a propósito, no âmbito do Orçamento Participativo
dos Açores 2021, duas novas propostas são patrocinadas por este
site,
designadamente "
Bicicletas Elétricas Públicas Inteligentes na ilha do Pico" e "
Aeroportos dos Açores Online", convidando todos a votar nas mesmas]; outro exemplo foi o
Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores, que terá sede no Pico e que começou
a ganhar forma legal. Em termos desportivos, equipas picarotas conquistaram a
Taça de Portugal de ténis de mesa masculino, o
Campeonato Açoriano de kickboxing
e o título de
Campeão Nacional também de kickboxing — de certa forma, estas equipas perpetuam o legado vencedor deixado
por
Manuel da Silveira, o picaroto que já foi o homem mais forte do mundo e cuja
história de vida aqui se partilhou. Merece igualmente nota de destaque o que (novamente) uma pessoa com
mobilidade muito reduzida demonstrou:
o que é preciso para subir a montanha do Pico é força de vontade! Enfim, é por estas e por outras que
uma imagem do Pico é utilizada para inspirar milhões de internautas por esse
mundo fora.
No entanto, o
blog "
Cais do Pico" também acompanhou alguns dos azares e notícias menos boas para os picarotos,
em particular, e para todos, em geral. Mais concretamente, e à semelhança do ano
passado, 2021 ficou marcado pela pandemia de COVID-19, tendo os respetivos
impactos na ilha montanha merecido aqui a cobertura adequada: apesar da
chegada da respetiva vacina ao Pico em fevereiro, da boa adesão da população à mesma — quer numa
fase inicial, quer aquando da "
Operação Periferia", o que
permitiu à ilha montanha alcançar a imunidade de grupo em julho, as
grandes festividades de verão da ilha montanha acabaram canceladas, bem como as
Festas do Divino Espírito Santo. Todavia, a estratégia de combate à COVID-19 no Pico continua a dar os seus
frutos, pois esta ilha foi (e continua a ser) um dos lugares do mundo menos
afetado pela pandemia, não registando (até à data) qualquer óbito relacionado —
todas as estatísticas relacionadas com a COVID-19 no Pico podem ser
encontradas neste link. Outro imbróglio que teima em não ter fim é o tema Cofaco:
esta conserveira anunciou em março o que muitos já esperavam, nomeadamente o
cancelamento da construção de uma nova fábrica no Pico; surgiu então, nem um mês depois,
uma substituta, a Conseran, a qual
apresentou em setembro o seu projeto industrial. No entanto, e
apesar de o Conselho de Ministros ter finalmente aprovado a majoração de
apoios aos ex-trabalhadores da Cofaco em agosto, até à data estes continuam sem acesso a esses apoios, isto mais de três anos depois dessa promessa política.
Em todo o caso, e à semelhança dos anos anteriores, houve um tema que continuou
a merecer destaque aqui: o Aeroporto da ilha do Pico e o movimento aéreo que
serve a ilha montanha. O ano começou com alguma turbulência, onde teve lugar
um
voo descancelado e um
bailinho da Madeira a quatro ilhas dos Açores, isto para não falar dos
rumores de que a gateway do Pico estaria em risco por estar
incerto o futuro no que respeita às Obrigações de Serviço Público
do Transporte Aéreo entre Lisboa e Açores. Entretanto, passaram a existir ventos mais favoráveis, os quais levaram a uma
relação próxima e profícua com a transportadora aérea regional; a partir daí os
resultados foram deveras muito positivos e até surpreendentes: pela primeira
vez, o
Pico teve cinco ligações semanais aéreas com Lisboa, no que resultou num
momento histórico associado a 2021, pois existiram mais voos diretos
Lisboa/Pico do que antes da pandemia! Ademais, a
ilha montanha foi o destino em destaque aquando do surgimento da "Tarifa Açores", comprovando assim a procura interna pelo Pico, bem como não foram raros os
dias onde se gerou uma
autêntica hora de ponta na infraestrutura aeroportuária da ilha montanha. Tudo somado, o
aeroporto do Pico acabou batendo o recorde de voos programados num só dia, registando igualmente uma
procura acima do habitual em termos de jatos privados.
Ainda dentro do tema das acessibilidade aéreas para o Pico, durante o primeiro
trimestre
nada de novo se soube sobre o estudo de operacionalidade da pista do
aeroporto do Pico... Mas eis que de repente tudo mudou: em abril foram
reveladas as partes essenciais do estudo supracitado, nomeadamente
que custa 30 milhões a solução adequada para a pista do aeroporto do
Pico; com base nestas informações, foi aqui apresentado uma
análise comparativa de soluções possíveis para a pista do aeroporto do
Pico, a partir da qual se concluiu que a solução adequada consiste no aumento
desta pista em cerca de 700 m para oeste, solução esta que criaria um aeroporto
capaz de servir condignamente as necessidades atuais e futuras da ilha montanha;
seguidamente, e com o apoio deste
blog, o
Grupo 'Aeroporto do Pico' promoveu um
debate online sobre a infraestrutura aeroportuária da ilha montanha
aberto a toda a sociedade, bem como uma
ronda de reuniões com representantes políticos — designadamente com o Presidente do Governo Regional dos Açores, com os
deputados regionais eleitos pela ilha do Pico e com os presidentes dos
municípios da ilha montanha. Quiçá fruto destes contactos, a verdade é que a
ampliação da pista do aeroporto do Pico veio mencionada explicitamente na
proposta do Plano Anual Regional para 2022. Por outro lado, a
SATA admitiu num parecer que a proposta de ampliação da pista do Pico,
apresentada igualmente na Assembleia Regional sob a forma de projeto de
resolução, permite a operação das aeronaves daquela companhia sem limitações
de perfomance.
O Porto do Cais do Pico e o seu movimento também não foram esquecidos, tema este
que tem sido recorrente neste
blog desde a sua fundação. A primeira nota
vai para o facto de que este ano não houve qualquer tipo de operação por parte
de barcos associados ao transporte marítimo regular de passageiros, pois ainda
se encontra a decorrer a construção do novo Terminal Marítimo de
Passageiros de São Roque do Pico (gare e espaços envolventes) — uma
empreitada que tem sido acompanhada fotograficamente aqui (incluindo a respetiva
grua dançante). No entanto, não faltaram (as já habituais) promessas de melhoria das
condições de operacionalidade neste porto; mais concretamente, primeiro surgiu
(em abril) uma
menção para um "estudo de ordenamento da baía e proteção da orla marítima do
Cais do Pico" no Plano da Região 2021; depois soube-se (também em abril) que a
frente marítima do Cais do Pico está em risco de inundação, necessitando por isso de proteção num futuro próximo [como curiosidade, a comissão consultiva do
Plano de Gestão de Riscos de Inundações não incluía inicialmente o município de São Roque do
Pico, um lapso entretanto corrigido mas que foi denunciado publicamente e em
primeira mão neste
blog]; por fim, (em setembro) foi
lançado o projeto de execução de proteção da orla marítima e ordenamento da
baía do Cais do Pico — o que por sua vez significa, traduzindo por miúdos, mais um estudo!
Todavia, há a destacar um momento que teve lugar em 2021 e que fica para a
história do Porto do Cais do Pico:
com 138,77 metros de comprimento de fora-a-fora, 22,29 metros de ‘boca’ e
16.100 toneladas de arqueação bruta, o "Hanseatic Inspiration" acostou no Cais
do Pico em outubro e assim se tornou, até à data, o maior navio a atracar na
ilha do Pico.
Aproximando-me do final deste balanço anual, quero ainda mencionar alguns
posts relacionados com o património e a história da ilha montanha,
nomeadamente os
três órgãos históricos do Pico (incluindo o mais antigo dos Açores)
classificados como bem móvel de interesse público, a
nova espécie do mar profundo descoberta ao largo da ilha montanha e o
laurocho — o escaravelho endémico em conservação no Pico — por falar em animais, uma das notícias do ano foi o
resgate de uma baleia junto à costa da ilha montanha; outros artigos versaram a
Longitudinal — a estrada mais bonita de Portugal e a extinta
Caixa Económica Picoense, bem como estudos científicos que sugerem que
os vikings foram os primeiros humanos a chegar ao Pico
e que
a ilha montanha é geologicamente africana.
Gostaria ainda realçar uns
posts que me despertaram alguma curiosidade e/ou de
índole mais humorística; em concreto, refiro-me a "
A ironia de era uma vez o muro da escola", "
Picarotos são as pessoas mais pacientes do mundo", "
Caminhos de ferro do Cais do Pico", "
Também D. Dinis o diz: Força Sporting Allez!", "
Será a ilha do Pico a mais quente dos Açores?" e "
A química da ilha montanha". Quero igualmente fazer referência a outros
posts que pretenderam
ser um contributo para que se perceba melhor, sobretudo para quem é de fora, a
realidade picarota: "
Teleférico na montanha do Pico?!", "
Estará uma delegação da IROA a caminho do Pico?" e "
A insciência da televisão pública sobre onde fica o Pico".
Mesmo antes de terminar, gostaria de (voltar a) desafiar os leitores deste
blog a consultarem o separador "
Sabia que..." e a verificarem se já tinham conhecimento das curiosidades lá apresentadas,
pois eu próprio desconhecia a maioria delas! Além disso, tomo a liberdade de
partilhar de novo uma das fotos originais aqui apresentadas durante 2021 (uma
espécie de "imagem do ano", tal como foi feito em balanços anteriores):
um beijo da Lua na montanha do Pico, para mim uma bela metáfora deste ano que agora termina, onde no meio da
"escuridão" da pandemia foi possível encontrar belos momentos, partilhar os
mesmo com quem mais se gosta, e saber que num futuro não muito distante (esperemos
que já para o ano) irá surgir um "novo dia", desta vez pós-COVID [imagem em
anexo].
Finalmente, e concluindo este longo
post, quero desejar a todos um Feliz
Ano Novo de 2022, com muita saúde e boa disposição!
Haja saúde!