sábado, 14 de julho de 2018

Scrimshaw — A arte dos Baleeiros nos Açores: Um património a conhecer a defender e salvaguardar


No passado dia 21 de junho de 2018, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi defendida a dissertação de mestrado intitulada "Scrimshaw — A arte dos Baleeiros nos Açores: Um património a conhecer a defender e salvaguardar", da autoria de Hugo Miguel Carriço.

A dissertação teve como objetivo a valorização do Scrimshaw enquanto património museológico, através da elaboração medidas a serem possivelmente apresentadas às Entidades Regionais que têm o poder de regular e onde os interessados possam saber que trabalhos existem no Arquipélago, sendo para isso necessário um levantamento geral.

Hugo Miguel Carriço, natural do Continente, a residir em Lisboa, mas com uma grande paixão pelo Arquipélago dos Açores, também licenciado e pós-graduado em Turismo — vertente informação turística — pelo Instituto Superior Novas Profissões, aceitou o desafio colocado por um professor para iniciar o Mestrado, não em turismo mas em História de Arte. Após trocas de impressões com este professor, que lhe perguntou o que é que ele gostava, a sua resposta foi “Os Açores”.

A conversa foi parar inicialmente não ao Scrimshaw, mas aos embutidos em marfim e osso de cachalote no mobiliário. No entanto, com o avançar das pesquisas e ainda com o trabalho de campo realizado no Grupo Central dos Açores, bem como devido a condicionantes encontradas, o tema originado foi outro, a necessidade da preservação do Scrimshaw.

Hugo Miguel Carriço não pretende parar por aqui já que, após uma pequena reflexão, decidiu avançar para o Doutoramento, onde irá trabalhar sobre o mesmo assunto abordado no Mestrado, esperando assim dar mais visibilidade a um património único e importante para todos.

Para todos aqueles que queiram saber mais sobre o tema do Scrimshaw abordado por Hugo Miguel Carriço, podem contactar o autor através do seguinte e-mail: hugomsacarrico@hotmail.com

Nota ainda para o facto de a 'Casa dos Sofias', localizada no Cais do Pico (num local muito próximo do Museu da Indústria Baleeira, na vila de São Roque do Pico), ter uma exposição pública permanente e de acesso gratuito relacionada com artefactos derivados dos dentes e ossos de cachalote.

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