quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Pico integra lista dos 26 melhores destinos mundiais a visitar em 2018


A companhia de notícia norte-americana "MIC" elaborou uma lista dos 26 melhores destinos espalhados pelo globo que merecem uma visita em 2018. Cobrindo todos os continentes, as sugestões de viagem incluem os mais variados tipos de destino, desde grandes cidades a zonas com a natureza mais intacta.

E é assim que surge a indicação de que, em 2018, os Açores são um destino de eleição: segundo a descrição feita pelos jornalistas, as ilhas açorianas fazem lembrar, à primeira vista, o arquipélago do Havai, sobretudo devido à atividade vulcânica existente, ao contraste entre o verde e o azul (dando como exemplo a Lagoa das Sete Cidades, na ilha de São Miguel), bem como pela prática de vela, mergulho e paraquedismo.

Contudo, os autores afirmam que as semelhanças com o "primo" do Pacífico ficam-se por aqui e passam a destacar a vitivinicultura:
De facto, a cultura da vinha aqui é tão única que a UNESCO conferiu o estatuto de Património Mundial à ilha do Pico, onde os muros de pedra entrelaçam a paisagem de forma a proteger as videiras dos elementos hostis.

Numa lista de destinos que também integra lugares como Amesterdão, Singapura ou Buenos Aires, não deixa de ser curioso tomar nota que os jornalistas poderiam ter destacado imensas imagens de marca dos Açores, mas fizeram questão de mencionar a ilha montanha e o legado deixado pelos nossos antepassados, algo que só nos pode orgulhar e comprovar aquilo que todos os picarotos sentem:

O Pico está na moda!

Haja saúde!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Lutar contra as alterações climáticas a partir da ilha do Pico

Thomas Dufour é um engenheiro florestal francês, tem 41 anos e, nos últimos 14, trabalha como consultor internacional no sector florestal, desenvolvendo diversos projetos que visam minimizar os efeitos das alterações climáticas, reduzir a vulnerabilidade dos povos a essas alterações e lutar contra este problema global.
É assim que se inicia um artigo publicado no jornal 'Açoriano Oriental' sobre um francês que, juntamente com a sua família, trocou a cidade de Paris pela ilha do Pico [link para reportagem completa].

Não deixa de ser interessante tomar nota daquilo que a ilha montanha consegue oferecer e que Thomas Dufour não tinha na capital francesa, uma das mais importantes cidades do mundo: no Pico há "um vínculo social que, infelizmente, se perdeu nos grandes centros urbanos".

Haja saúde!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Pai Natal, eu só queria mais um voo para o Pico...


Querido Pai Natal,

Como sabes, a época natalícia é quando a esmagadora maioria dos portugueses se reunem juntos dos seus familiares e, por vezes, isso implica algumas deslocações entre lugares longínquos.

Ora bem, para muitos açorianos, por serem ilhéus, o carro, o autocarro, o comboio e até mesmo o barco geralmente não são meios de transporte suficientes para as pessoas poderem alcançar o destino pretendido; o avião acaba sendo a única solução para que o Natal seja, efetivamente, passado em família.

Talvez um ajudante teu já te tenha informado que eu sou picaroto, o que significa que gostava de ir passar o Natal à ilha montanha, estar junto da família e sentir aquele friozinho característico de quando há neve no ponto mais alto de Portugal...

Contudo, fiz uma simulação de voos para a semana que antecede o Natal e descobri que, partindo de São Miguel ou da Terceira, a maior parte dos voos para o Pico estão esgotados! Mais concretamente, apenas há vaga em dois dos sete dias considerados!!!

Eu confesso, Pai Natal, que durante o ano às vezes peço alguns voos para a ilha do Pico, mas eu só o faço quando é para igualar a oferta que as restantes ilhas têm e que bem merecem. Pois bem, este Natal de 2017 não foge a esta regra, ou seja, eu só te faço o seguinte pedido porque a ilha montanha tem menos voos disponíveis do que qualquer outra ilha dos Açores:

Pai Natal, eu só queria mais um voo para o Pico nos dias em que os outros voos já estão esgotados!

Haja saúde!

Post scriptum: Pai Natal, em anexo estão as simulações de voos que fiz, recorrendo ao site da 'Azores Airlines', em 8 de dezembro de 2017.




quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Açores, a próxima certeza dos vinhos de Portugal

No meio do negrume das rochas vulcânicas da ilha do Pico, as folhas verdes das videiras parecem um milagre. Durante séculos, é fácil compreender que os habitantes da ilha lutassem contra essa natureza agreste para produzirem os vinhos que dificilmente conseguiriam obter por causa da distância e do isolamento. Hoje, a cultura da vinha está a expandir-se rapidamente não por causa dessa necessidade, mas porque os vinhos do Pico e, num plano mais abrangente, dos Açores, estão a tornar-se casos muito sérios junto dos enófilos que procuram autenticidade, originalidade e um carácter indiscutível.
É assim que se inicia uma reportagem sobre vinhos açorianos, da autoria do jornal 'Público', na qual o vinho produzido na ilha do Pico assume um lugar de destaque, naturalmente por ser o local de onde provém a esmagadora maioria da produção [link para reportagem completa].

Recorde-se que a vinha da ilha do Pico é uma autêntica lição de vida, tendo sido, por isso, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade.

Haja saúde!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Triângulo Magazine — novembro 2017

Apresenta-se de seguida a edição online, de novembro de 2017, da revista açoriana Triângulo Magazine.

Haja saúde!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Mas porque é que a Atlânticoline cancela tanto em São Roque do Pico?


A empresa pública açoriana de transporte marítimo de passageiros, a Atlânticoline, dispõe de uma rota que liga diariamente as três ilhas do "Triângulo". Denominada 'Linha Verde', esta rota parte da cidade da Horta (ilha do Faial), escala a ilha do Pico (ou na Madalena ou em São Roque, ou até em ambas as vilas) e termina a viagem de ida na vila de Velas (ilha de São Jorge); o regresso é feito invertendo este percurso.

A 'Linha Verde' assume-se, assim, como a mais importante rota marítima de passageiros para quem pretenda chegar ou sair da ilha de São Jorge (pois é a única que serve esta ilha todo o ano). Por isso, há que servir condignamente os utentes e lhes oferecer ligações fiáveis e rápidas, de forma a potenciar o crescimento desta verdadeira rota do "Triângulo".

Do ponto de vista de quem viaja entre a ilha montanha e a sua vizinha a norte (ou em sentido contrário), a viagem mais rápida é aquela que une as vilas de São Roque do Pico e Velas. Mais do que um sentimento de que é a esta é a ligação natural entre Pico e São Jorge, está comprovado que esta rota é a que melhor serve todas as pessoas que estejam em qualquer lugar do Pico e que pretendam ir a São Jorge, ou vice-versa.

Ora bem, acontece que, não raras vezes, as escalas em São Roque do Pico (no respetivo Porto do Cais do Pico) são canceladas devido a razões meteorológicas. No entanto, são inúmeras as situações em que o mar parece calmo e que estes cancelamentos geram estranheza entre os passageiros marítimos [exemplo 1 | exemplo 2 | exemplo 3]. As pessoas questionam-se "Mas porque é que a Atlânticoline cancela tanto em São Roque do Pico?", pois o transtorno vivido parece não ter justificação aparentemente...

Ressalvando que a segurança marítima está acima que tudo, e que mais vale prevenir do que remediar, mesmo assim a questão anterior não é de fácil resposta. Ainda por cima, existem certas ocorrências que tornam verdadeiramente enigmáticos alguns cancelamentos em São Roque do Pico...

Para exemplificar uma destas situações que causam confusão nas pessoas, atente-se ao que aconteceu no dia 4 de dezembro de 2017:
  • A ondulação prevista era proveniente do quadrante oeste/sudoeste, ou seja, não provoca um grande impacto no Porto do Cais do Pico devido à proteção natural dada pela própria ilha;
  • Mesmo assim, a Atlânticoline informou no próprio dia que, "devido às condições meteorológicas em São Roque", as escalas da 'Linha Verde' seriam canceladas na vila nortenha da ilha montanha;
  • Contudo, e no mesmo dia, dois navios de carga da empresa Transportes Marítimos Graciosenses operaram normalmente no Porto do Cais do Pico — o navio 'Paulo da Gama' chegou antes das 7 da manhã e partiu já depois das 20h30, enquanto o 'Ponta da Barca' entrou cerca das 16h e saiu pouco depois das 19h.
Dito de outra forma, o navio de passageiros (neste caso o ferry 'Gilberto Mariano') não podia operar em São Roque do Pico duas escalas de 15 minutos cada, mas, perante as mesmas condições meteorológicas, um navio de carga (da mesma ordem de grandeza do ferry) operou cerca de 3h, enquanto outro navio semelhante operou mais de 13h!

Por tudo isto, reforça-se de novo a questão: "Mas porque é que a Atlânticoline cancela tanto em São Roque do Pico?"

Enquanto se aguarda por uma justificação plausível para este tipo de cancelamentos (se é que algum dia isso acontecerá), talvez o melhor seja tentar não perceber (para alívio de alguns) e responder, tal como no passado, a célebre frase: "Sei lá!"

Haja saúde!

Nota: Anexam-se vários dados a este post [fontes: Windguru, Atlânticoline e MarineTraffic] para sustentar o que foi mencionado no mesmo.




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Como era o Pico há 155 anos


A internet consegue, por vezes, ser uma ferramenta fantástica para encontrar e partilhar informações sobre o nosso passado. Hoje vamos viajar até ao ano de 1862 e perceber como era a ilha do Pico há 155 anos, isto graças à "Carta topographica da Ilha do Pico":
Principiada a levantar no anno 1810 por ordem do Ill.mo e Ex.mo Senhor D. Miguel Antonio de Mello, sendo Governador o Capitam General das Ilhas dos Açores , e concluida por ordem do Ill.mo e Ex.mo Senhor Ayres Pinto de Souza Governador o Capitam General das ditas Ilhas no anno de 1812, pelo Segundo Tenente do Real Corpo d'Engen.ros Athanasio Desiderio Gomes Mendes Adler ; Copiou o Desenhador Urbano Augusto Cesar da Fonsêca, Horta 2 de Dezembro de 1862.

Integrando o espólio da Biblioteca Nacional de Portugal, esta carta topográfica da ilha montanha está disponível online, o que permite que qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, a possa visualizar sem sair de casa. Este documento pode ser dividido em três partes:
  • Uma planta da ilha do Pico (escala cerca de 1:68000);
  • Na margem inferior esquerda, sob o título "Ideia succinta e geographica da Ilha do Pico", uma nota com dados históricos, geográficos e económicos;
  • Na margem inferior, ao centro, um "Mappa dos habitantes segundo as listas de 1810".
Torna-se, assim, muito interessante analisar com mais atenção todas estas informações (recorrendo também à língua portuguesa da época, para experienciar melhor esta viagem no tempo) e fazer a respetiva comparação com o presente.

Começando pela planta, salta logo à vista a forma geométrica assumida pela ilha do Pico, a qual certamente não se alterou tanto em 155 anos, mas sim pode ser resultado de métodos de medição mais primitivos e que induziam em erro várias distâncias. Em todo o caso, é muito curioso observar como os nomes dos lugares, na sua esmagadora maioria, não se alteraram (salvo a evolução da língua portuguesa, como por exemplo "bahia", "Prahinha", "Magdalena", etc.). Além disso, o mapa é bastante informativo no que respeita aos principais lugares habitados da ilha, bem como à distribuição das diferentes culturas agrícolas, tipos de solo e cursos de água.

Atendendo agora à "Ideia succinta e geographica da Ilha do Pico" [destaque em anexo], encontra-se lá indicado as coordenadas geográficas da ilha, a data da sua descoberta ("depois de 1453") e a menção de que fora povoadas pelos "Portuguezes". É ainda referido que o Pico "tem 3 Villas, 15 Freguezias, 2 Conventos Fraciscanos, 2 Igrejas da Mizericordia, e 34 Ermidas" — note-se que a ilha montanha tem 17 freguesias presentemente, sendo que na altura ainda não existiam as freguesias da Ribeirinha (Lajes) e de São Caetano (Madalena). Cada uma das vilas formava, à época, uma "Capitania de Ordenanças", tendo cada uma a sua guarnição e que no seu conjunto dava origem a um total de 4.607 homens.

Adicionalmente, as culturas predominantes da ilha são destacadas: produções de vinha em grande quantidade, frutas, plantas, grandes matos e criações de gado; contudo, é também mencionado a falta de terreno para grão, o qual tem de vir das ilhas vizinhas do "Fayal, Terceira, e S. Jorge". O chão da ilha é identificado como sendo na maior parte de "pedra queimada", tendo grandes cavernas subterrâneas, "tudo produzido pelo fogo". São ainda indicadas as erupções desde o povoamento (1573, 1718 e 1720) e explicado o que significa o termo mistério: "o campo inutelizado pela lava dos Volcons". A água, essencial à sobrevivência da população, tem também o seu destaque, sendo mencionado que provém "dos poços profundados na terra, e das chuvas, as quaes formaõ as ribeiras notadas na Planta".

Sobre o "Mappa dos habitantes segundo as listas de 1810" [destaque em anexo], são várias as curiosidades que merecem ser realçadas. Para além da já mencionada inexistência de duas freguesias atuais, outras mudaram de nome: a Piedade era conhecida oficialmente por "Ponta da Ilha" (hoje é um nome que não assume esse caráter oficial mas que continua a ser amplamente usado); a Criação Velha assumia o nome da sua paróquia, mais concretamente "N. Sr.ª das Dores"; e a Prainha perdeu não só a letra h devido à evolução linguística, mas também a indicação da sua localização geográfica, pois antigamente designava-se oficialmente por "Prahinha do Norte".

Além disso, foi feito um levantamento dos habitantes por freguesia, fazendo a distinção de género, bem como o número de fogos. Ora bem, embora a distribuição por concelhos seja condizente com a atual, isto é, o mais populoso era e é o da Madalena, sendo o de São Roque o que registava e regista menos habitantes, a distribuição pelas freguesias é bastante diferente da que se observa no presente. Por exemplo, a "Prahinha do Norte" tinha mais habitantes do que a "Villa de São Roque" (1687 vs. 1457) e a "Ponta da Ilha" era mais populosa do que a "Villa das Lages" (2510 vs. 2255) — aliás, a "Ponta da Ilha" era, em 1810, a freguesia com mais habitações no Pico (647) e a segunda com mais habitantes, superada somente pela "Villa da Magdalena" por apenas mais cinco pessoas, embora na zona da atual Piedade existissem mais mulheres (1411 vs. 1314).

Sugere-se que quem queira explorar mais em detalhe esta carta, clique no link seguinte, o qual remete para uma versão onde é possível fazer um melhor zoom da mesma: Carta topographica da Ilha do Pico

Nota final para uma curiosidade muito peculiar: na toponímia do mapa em questão, o termo "do Pico" apenas ocorre uma única vez, mais concretamente para indicar onde fica o "Caes do Pico", mostrando assim a importância que a zona do Cais do Pico já assumia há 155 anos no contexto da ilha montanha!

Haja saúde!

[Post relacionado: 'Eis um mapa da ilha do Pico com quase 450 anos']


domingo, 3 de dezembro de 2017

Andamento da substituição de cabeços no Porto do Cais do Pico (1)


[Link para fotos posteriores]

Apresentam-se, em anexo, algumas fotografias (datadas de 2 de dezembro de 2017) relativas ao andamento da empreitada de substituição de cabeços no Porto do Cais do Pico, localizado na vila de São Roque do Pico.

Recorde-se que esta obra obrigou a que a respetiva rampa ro-ro ficasse inoperacional desde o dia 3 de novembro [link sobre o assunto], situação que levou à redução de escalas neste porto por parte da Linha Verde da Atlânticoline, pese embora a substituição de cabeços só tenha começado efetivamente a 21 de novembro [link para mais informações].

Uma nota final para uma curiosidade factual: as fotos foram capturadas num dia em que o mar e a respetiva ondulação apresentavam-se calmos dentro da baía do Cais do Pico e, em particular, junto ao porto (isto devido ao facto de a ondulação ser proveniente do quadrante sudoeste, ou seja, não tem grande impacto neste porto nortenho devido à proteção natural dada pela própria ilha — ver informação em anexo); contudo, a Atlânticoline cancelou a escala prevista para este dia em São Roque do Pico devido às condições meteorológicas, o que causou alguma estranheza entre os passageiros...

Haja saúde!

Post scriptum: Eis o stop feito ao contador de quanto tempo esteve inoperacional a rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico antes das escalas dos navios 'Aqua Jewel' e 'Gilberto Mariano' em 4 de maio de 2018.







sábado, 2 de dezembro de 2017

O maior para-raios de Portugal


O arquipélago dos Açores esteve debaixo de trovoada no último dia de novembro de 2017. Este fenómeno atmosférico costuma chamar a atenção devido ao forte barulho e clarões que provoca, aos quais podem se tornar em autênticos espetáculos da natureza.

Pois bem, algumas pessoas decidiram registar para memória futura esta trovoada da noite de 30 de novembro e conseguiram capturar em imagens [vídeos e fotos em anexo] as descargas elétricas sobre a ilha do Pico. Como os raios tendem a atingir o ponto mais alto de uma área, naturalmente estes dirigiram-se para o "piquinho" da ilha montanha; ora bem, como este é o ponto mais alto do território nacional, é caso para dizer que entrou em ação o maior para-raios de Portugal!

Haja saúde!

Post scriptum: Neste dia 30 de novembro de 2017, uma estação meteorológica no Pico detetou 183 descargas elétricas em 10 minutos.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Escala de navios de mercadorias no Porto do Cais do Pico — dezembro 2017


A Transinsular publicou no seu site a escala para o mês de dezembro de 2017 dos navios de carga que efetuam a ligação Continente - Açores (clique na tabela seguinte para conhecer esta escala).


Os navios e as datas em que os mesmos vão visitar o Porto do Cais do Pico, na vila de São Roque do Pico, encontram-se indicados na tabela seguinte (clicando no nome do navio abre uma nova janela com a localização atual do mesmo).

DiaNavio
07 de dezembro (quinta-feira)Laura S
12 de dezembro (terça-feira)Insular
21 de dezembro (quinta-feira)Furnas
27 de dezembro (quarta-feira)Sete Cidades

Previsão de entradas e saídas de navios - Porto do Cais do Pico: Todas estas informações encontram-se igualmente disponíveis no separador "Barcos" deste blog, apresentando-se também em anexo um mapa contendo, em tempo real, as embarcações que navegam na vizinhança da ilha montanha.

Haja saúde!