quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Pico em destaque no 'Financial Times'


O prestigiado e mundialmente conhecido jornal 'Financial Times' dirigiu-se recentemente aos seus leitores e referiu que o nebuloso arquipélago atlântico dos Açores está rapidamente a se tornar no novo destino mais cativante de Portugal!

Intitulado "The Azores rise to the fore", o artigo aborda alojamentos impressionantes, vinhos artesanais e festivais de arte vibrantes, sendo que a ilha montanha tem direito a vários destaques, como por exemplo os seguintes:

Haja saúde!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Vista aérea dos Arcos e do Cabrito (vídeo)


Apresenta-se, de seguida, um vídeo da autoria de António Faria, o qual mostra imagens aéreas das zonas costeiras dos Arcos e do Cabrito, pertencentes à freguesia de Santa Luzia, concelho de São Roque do Pico.

De salientar que, para além das inúmeras adegas de pedra basáltica, o vídeo mostra uma vasta área a descoberto desta zona tampão da Paisagem da Cultura da Vinha da ilha do Pico; nela é possível observar uma grande quantidade de estruturas semicirculares de pedra, construídas para proteger figueiras e que são representativas do fantástico esforço por parte do Homem do Pico para conseguir extrair sustendo a partir de solo rochoso e árido.

Haja saúde!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ilha do Pico em grande destaque no Verão IATA 2018


O Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) divulgou recentemente os dados relativos ao transporte aéreo que permitem fazer uma análise ao Verão IATA 2018, ou seja, deste abril a outubro. As estatísticas mostram que houve um crescimento dos passageiros aéreos de e para todas as ilhas açorianas, o qual atingiu 2,7% como valor médio (face ao período homólogo anterior).


Analisando com mais detalhe, verifica-se que apenas duas ilhas cresceram, em termos percentuais, na casa dos dois dígitos, nomeadamente Corvo (17,7%) e Pico (14,1%). Por outro lado, e considerando números absolutos, o pódio das ilhas que tiveram maior crescimento de passageiros movimentos vai para São Miguel (+28.131), Pico (+13.164) e Faial (+5.785).

Esta análise de tendências comprova, mais uma vez, como a ilha montanha merece uma atenção especial no que respeita ao transporte aéreo, pois quer em termos relativos, quer mesmo em absolutos, o Pico esteve em grande destaque no Verão IATA 2018. Aliás, vale a pena recordar outros indicadores relativos ao que se tem passado recentemente na ilha montanha:

Deste modo, conclui-se que o aumento da oferta aérea para a ilha montanha foi correspondido por um crescimento dos passageiros movimentados, situação que tem vindo a ser recorrente ao longo dos últimos anos e que tem de ser tida em conta no planeamento da operação aérea futura.

Resumindo, os números não enganam: o Pico está na moda!

Haja saúde!

Post scriptum: Este texto foi igualmente publicado na edição n.º 41.719 do 'Diário dos Açores', de 14 de novembro de 2018.

domingo, 11 de novembro de 2018

Escolas do Pico galardoadas com Bandeira Verde Eco-Escola 2017/2018


A Associação Bandeira Azul da Europa distinguiu recentemente várias escolas de todo o país com o galardão "Bandeira Verde Eco-Escola 2017/2018". Esta é a distinção máxima do programa internacional Eco-Escolas, o qual pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental/Educação para o Desenvolvimento Sustentável.

Na ilha do Pico, estão de parabéns as seguintes escolas:

Concelho de São Roque do Pico
  • Escola Básica e Secundária de São Roque do Pico (18ª vez)
  • Infantário 'O Pica-Pau' (5ª vez)

Concelho da Madalena
  • Escola BI/S Cardeal Costa Nunes (18ª vez)
  • Centro de Actividades Ocupacionais para Jovens com Deficiência da Santa Casa da Misericórdia da Madalena (16ª vez)
  • Escola Profissional do Pico (14ª vez)

É de realçar o excelente trabalho efectuado tanto na Escola Básica e Secundária de São Roque do Pico como na na Escola BI/S Cardeal Costa Nunes, mostrando que são verdadeiras escolas amigas do Ambiente e recordistas na ilha do Pico, pois desde o ano lectivo de 2000/2001 que ostentam a "Bandeira Verde Eco-Escola" ininterruptamente!

Haja saúde!

sábado, 10 de novembro de 2018

476 anos do Concelho de São Roque do Pico


Pela mão de El-Rey Dom Johan III, no dia 10 de Novembro de 1542, foram escritas as seguintes palavras:
(...) Eu de meu moto proprio faço ho lugar de Sam Roque vylla e ey por bem que daquy em diante pera sempre seja e se chame vylla nova de Sam Roque (...)

Passados 476 anos, celebra-se hoje mais um aniversário da elevação de São Roque do Pico a concelho. As comemorações oficiais serão realizadas pelas 20h30 no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Roque do Pico, num evento aberto ao público.

Em anexo encontra-se, ainda, artigos sobre a história deste concelho nortenho da ilha montanha, artigos estes que têm como base a obra ‘Uma Sociedade do Antigo Regime – São Roque do Pico: o território e as famílias’.

Haja saúde!

Post scriptum: Registos da cerimónia comemorativa dos 476 anos do Concelho de São Roque do Pico — imagens | vídeo 1 | vídeo 2 | vídeo 3 | vídeo 4 | vídeo 5 | vídeo 6 | vídeo 7 | vídeo 8 | reportagem 1 | reportagem 2.









sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Mar galga Cais do Pico


No dia de ontem, 8 de novembro de 2018, o mar ao redor da vila de São Roque do Pico atingiu uma força bastante acima do habitual, o que levou a que chegasse a algumas zonas em terra onde é mais raro.

Este fenómeno foi mais notório no Cais do Pico, local onde acabou por ser fechado ao trânsito a Rua do Cais e a Avenida do Mar, de forma a prevenir algumas situações desagradáveis e até caricatas, como as imagens seguintes demonstram.

Haja saúde!






quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ilha do Pico continuará à espera de melhores ligações aéreas no Verão IATA 2019


Em 2018, a ilha do Pico prossegue com o crescimento turístico sustentado que se tem verificado desde a liberalização das gateways de Ponta Delgada e Terceira, apoiado em crescimentos quer nas taxas de desembarques e embarques, quer nas dormidas. Recorde-se que o Aeroporto do Pico é servido regularmente pela SATA Air Açores (rotações com Ponta Delgada e Terceira) e Azores Airlines (rotações com Lisboa). Apenas em Agosto de 2018 foram movimentados 22.331 passageiros, um recorde para o aeroporto da ilha montanha, o que representou também o maior crescimento homólogo a nível regional (20,2%).

Focando atenções nas taxas de embarque e desembarque de passageiros no Verão IATA (que vai de final de Março a final de Outubro), de acordo com dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), a taxa de ocupação das rotações Lisboa-Pico-Lisboa (3 rotações semanais às 2ªs, 4ªs e Sábados) variou entre os 67% em Outubro de 2017 (mínimo) e os 92% em Agosto de 2017 (máximo). Por seu turno, no Verão IATA de 2018, a taxa de ocupação variou entre os 77% (Abril, Maio e Junho) e os 93% em Agosto, sendo que de meados de Junho até final de Agosto existiu uma quarta rotação semanal. Apesar desse incremento da oferta, não se verificaram quebras significativas nas taxas de ocupação, bem pelo contrário.


Face a este incremento nas taxas de ocupação, no final de Setembro surgiram indicações (através de horários publicados no próprio website da Azores Airlines) de que a operação da Azores Airlines entre Lisboa e Pico poderia ser reforçada no próximo Verão IATA 2019, com 4 rotações semanais às 2ªs, 4ªs, 6ªs e Sábados em Abril, Maio e Outubro (mais uma rotação semanal em comparação com o Verão IATA 2018) e com 6 rotações semanais (isto é, sem rotação aos Domingos) no pico do Verão IATA, ou seja, de Junho a Setembro (em 2018 foram 4 rotações semanais de meados de Junho até ao fim de Agosto).

Legenda: 4 rotações semanais entre Abril, Maio e Outubro de 2019 (época intermédia) – horários simulados no site da Azores Airlines no final de Setembro de 2018.

Legenda: 6 rotações semanais nos meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro (pico do Verão) – horários simulados no site da Azores Airlines no final de Setembro de 2018.

Infelizmente, essas intenções não passaram da fase de planeamento. Os últimos dados disponibilizados pela Azores Airlines apontam para uma manutenção, em 2019, das frequências de 2018, apenas com a salutar extensão da 4ª rotação semanal (às quintas-feiras) até final de Setembro. Com base nos números conhecidos, para além do reforço mencionado em Setembro, seria de esperar o reforço do número de rotações nos meses de Julho e Agosto, com o incremento de (pelo menos) mais uma rotação semanal.

Se somarmos as ligações entre Lisboa e as ilhas do Triângulo previstas pela Azores Airlines para o próximo Verão IATA, assiste-se, no entanto, a um reforço de voos para a gateway da Horta na época média (Abril, Maio, Junho e Setembro) quando a oferta de 2018 tanto para o Horta, como para o Pico, respondeu à procura. Por outro lado, a redução prevista para a Horta em Julho e Agosto e a estagnação da oferta no Pico nesses meses é motivo de grande preocupação para as ilhas do Triângulo. Não existe sequer (até ver) a preocupação de reforços pontuais, tais como Festas da Madalena, Cais Agosto, Semana do Mar e Semana dos Baleeiros (Julho e Agosto).

Assumindo um break-even na taxa de ocupação de 75% nas rotações entre Lisboa e Pico (ou seja, os custos com a operação estão cobertos a partir desta percentagem de ocupação da aeronave; este é um valor estimado, não confirmado oficialmente pela Azores Airlines), verifica-se que, atualmente, a operação apenas é deficitária em 4 meses do ano, de Novembro a Fevereiro, o que justifica a manutenção das Obrigações de Serviço Público (OSP) para as gateways não liberalizadas (Pico incluído). No entanto, são excelentes notícias não só para a Azores Airlines, mas também para as forças vivas do Pico no que ao combate da sazonalidade diz respeito, já que se verifica uma diminuição do número de voos em que a ocupação é deficitária.

Ao aumento da oferta nas estações de Verão IATA para o Pico nos últimos anos, a procura tem correspondido. Ou seja, não é pela gateway do Pico que financeiramente a Azores Airlines se irá ressentir; bem pelo contrário, há oportunidade de capitalizar mais a rota Lisboa-Pico-Lisboa no pico do Verão, haja disponibilidade operacional da Azores Airlines para o fazer.

Mas as acessibilidades à ilha do Pico não devem ser melhoradas apenas na rota Lisboa-Pico-Lisboa. Nos últimos anos, sobretudo após a liberalização da gateway de Ponta Delgada, a rota Ponta Delgada – Pico – Ponta Delgada da SATA Air Açores tem assumido uma importância extraordinária. Se do lado da Azores Airlines é mais difícil aumentar a oferta (por várias razões), o mesmo não se pode dizer da SATA Air Açores, que deve rever em alta e atempadamente os seus horários para o pico do Verão de 2019 com base no histórico dos anos anteriores. Um bom começo seria alterar o equipamento utilizado na primeira rotação diária entre Ponta Delgada e o Pico, de Q200 (de 37 lugares) para Q400 (de 80 lugares). É que entre 9 de Julho e 5 de Setembro a SATA Air Azores teve de realizar 31 rotações extra (62 voos) entre Ponta Delgada e Pico, tendo-se esta situação verificado também em anos anteriores. A referida alteração de equipamento disponibilizará mais lugares e permitirá diminuir o número de ligações extra.

As OSP tanto nos voos territoriais (entre Lisboa e Pico) e inter-ilhas (entre Ponta Delgada e Pico, bem como entre Terceira e Pico) precisam de ser revistas antes de novos contratos de concessão das rotas, uma vez que estão desfasadas da atual realidade. Sobre este assunto, mais haverá a escrever.

No entanto, é preocupante o silêncio dos deputados eleitos pela ilha do Pico na ALRAA e dos representantes das câmaras municipais da ilha montanha sobre este assunto. As poucas intervenções são na maioria das vezes pouco construtivas, inconsequentes, desfasadas no tempo (por exemplo: a altura de planear o Verão IATA 2019 é agora e não em Junho, Julho e Agosto de 2019, quando porventura surgirão a maioria das críticas e falta de lugares) e, não raras vezes, a reboque de outras iniciativas apartidárias. É necessário que os nossos representantes se sentem à mesa com a tutela e com a administração do Grupo SATA, informem-se sobre os assuntos, conheçam os detalhes, para que possam discutir de uma forma séria e construtiva o futuro das ligações aéreas para a ilha do Pico.

Bruno Rodrigues
Ivo Sousa
Luís Ferreira

https://www.facebook.com/groups/aeroportodopico/
http://www.caisdopico.pt/

Haja saúde!

Post scriptum: Este texto foi igualmente publicado na edição n.º 41.716 do 'Diário dos Açores', de 10 de novembro de 2018.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Número de subidas à montanha do Pico com novo recorde


Deste o início de 2018 até ao final de setembro, um total de 16.692 pessoas subiram a montanha da ilha do Pico — o ponto mais alto de Portugal.

Mesmo faltando contabilizar o último trimestre do ano, este número agora alcançado já é, só por si, superior ao total de subidas de 2017 — mais concretamente 15.510 e que constituíam o anterior recorde anual de subidas à montanha do Pico.

Assim, e ainda antes de terminar o ano, a ilha montanha já bateu mais um recorde numa das suas principais atrações turísticas.

Resumindo, os números não enganam: o Pico está na moda!

Haja saúde!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A impressionante capacidade de alojamento do Pico


"Foi na ilha do Pico, nos Açores, em Portugal" — com certeza que foi assim que inúmeros turistas, nas suas respetivas línguas, se referiram ao local onde passaram alguns dias de férias, sobretudo no verão. A verdade é que na ilha montanha se tem notado claramente, nos últimos tempos, a presença de cada vez mais turistas, seja na rua ou nos restaurantes, bem como nos navios de passageiros e nos aviões que servem o Pico. Isto leva muito gente a se questionar, incluindo os locais, onde é que ficam alojados tantos turistas? Além disso, o dilema é ainda maior quando se constata que na ilha montanha existe (na conceção tradicional da palavra) apenas um hotel...

De forma a desvendar este mistério, analise-se alguns dados estatísticos providenciados pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) e pela Direção Regional do Turismo, nomeadamente no que concerne à capacidade de alojamento — número máximo de indivíduos que os estabelecimentos podem alojar num determinado momento ou período e que na hotelaria é determinado através do número de camas, considerando como duas as camas de casal; esta capacidade é a existente ou disponível, visto que não se consideram os estabelecimentos encerrados.

Assim, somando as camas disponíveis na Hotelaria Tradicional, no Turismo em Espaço Rural e no Alojamento Local, é possível ficar a conhecer qual a capacidade de alojamento total em cada ilha açoriana [ver gráfico]. E eis que surge uma primeira revelação surpreendente: o Pico tem 11,4% da capacidade de alojamento do total regional, o que o coloca no terceiro lugar do pódio a nível Açores, apenas superado pela Terceira (16,8%) e por São Miguel (52,6%).


Outras curiosidades podem ser extraídas a partir destes dados estatísticos. Por exemplo, quem associa o número de hotéis à capacidade de alojamento de uma ilha está, de uma forma inconsciente, a ser induzido em erro no caso do Pico — elucidando um pouco mais, se for somado o número de camas da Hotelaria Tradicional das ilhas de Santa Maria e do Faial, obtém-se o dobro das camas da Hotelaria Tradicional da ilha montanha; contudo, a capacidade de alojamento total do Pico é maior do que a soma da capacidade de alojamento total de Santa Maria e do Faial! Aliás, todas as camas disponíveis no Pico equivalem àquelas disponíveis no conjunto Faial, Flores e Corvo, bem como são quase tantas quantas as disponíveis em São Jorge e no Faial quando somados, ou seja, é na ilha montanha que se encontra quase metade (47%) da capacidade de alojamento do "Triângulo"!

Então, qual o segredo para esta impressionante capacidade de alojamento do Pico? A resposta é dada pelo Alojamento Local, que na ilha montanha tem uma expressividade ímpar a nível regional: mais de dois terços das camas disponíveis no Pico (71%) provêm do Alojamento Local! Este é um valor sem qualquer paralelo nos Açores, pois apesar de outras duas ilhas também terem mais de metade das camas disponíveis associadas ao Alojamento Local, nomeadamente Flores (63%) e São Jorge (58%), estas não atingem o patamar da ilha montanha.

Ainda sobre o Alojamento Local, vale a pena salientar que este tipo de unidades está associado à capacidade empreendedora de famílias e pequenos empresários. Por esta razão, seria de esperar que houvesse algum tipo de correlação entre a população de cada ilha e as camas disponíveis no respetivo Alojamento Local. A verdade é que, mais uma vez, os números do Pico são surpreendentes: em termos absolutos, a capacidade do Alojamento Local do Pico é igual à da Terceira, ilha esta que, segundo dados da PORDATA, tem quatro vezes mais população do que a ilha montanha!

Para melhor entender o fantástico espírito empreendedor dos picarotos, considere-se a seguinte taxa de esforço: o quociente entre capacidade de alojamento total e a população residente, estatística esta que permite perceber, indiretamente, quantos bens e serviços (água, eletricidade, gás, tratamento do lixo, combustíveis, restaurantes, etc.) têm de existir a mais numa determinada ilha para servir pessoas que não são residentes [ver gráfico]. E eis que surge mais uma surpreendente revelação: a ilha do Pico consegue suportar turistas que equivalem a quase um quinto da respetiva população, taxa de esforço esta (de 19%) que é a mais elevada dos Açores!


Os números apresentados anteriormente comprovam como a capacidade de alojamento do Pico é impressionante no contexto regional, sendo que tal se deve sobretudo ao espírito empreendedor das suas gentes. Os picarotos estão a corresponder à elevadíssima procura que a ilha montanha tem registado ao longo dos últimos anos, tal como têm demonstrado, por exemplo, os recordes sucessivos no transporte aéreo de passageiros e os respetivos voos que esgotam recorrentemente — com esta análise percebe-se o porquê de esgotarem, pois o Pico pode ser a terceira ilha com maior capacidade de absorção de turistas nos Açores, mas em termos de ligações aéreas está mais abaixo na tabela...

Resumindo, os números não enganam: o Pico está na moda!

Haja saúde!

Post scriptum: Este texto foi igualmente publicado na edição n.º 41.713 do 'Diário dos Açores', de 7 de novembro de 2018.

domingo, 4 de novembro de 2018