sexta-feira, 1 de junho de 2018

Início do "barco das 8 da noite" na Linha Azul e mais ligações na Linha Verde da Atlânticoline - verão 2018


Com o início de junho, a ilha do Pico passa a dispor de mais uma ligação marítima na Linha Azul da Atlânticoline. Mais concretamente, passa a existir o "barco das 8 da noite" entre as ilhas do Pico e do Faial, sendo que esta ligação manter-se-á até ao final de setembro.

Por outro lado, e no que respeita à Linha Verde, passam a existir, no mínimo, duas ligações diárias (uma de manhã e outra à tarde) entre as ilhas do Pico, São Jorge e Faial, sendo que esta situação manter-se-á até meados de setembro.

Recorde-se que no separador "Barcos" deste blog é possível encontrar os horários dos navios de passageiros que servem a ilha do Pico de forma regular, bem como os horários dos navios de mercadorias que escalam o principal porto comercial da ilha montanha.

Haja saúde!



Rotas de passageiros:
Rotas de mercadorias:
Previsão de entradas e saídas de navios - Porto do Cais do Pico:


Seguimento, em tempo real, dos navios em redor da ilha do Pico.


quinta-feira, 31 de maio de 2018

Património Cultural Subaquático — Ilha do Pico


No arquipélago dos Açores estão registados cerca de mil naufrágios, alguns em locais acessíveis. Num documentário realizado pela RTP-Açores, alguns destes naufrágios são abordados recorrendo não só a testemunhos e a dados históricos, mas também a magníficas imagens subaquáticas.

Apresenta-se, em anexo, o episódio relativo à ilha do Pico deste roteiro sobre o Património Cultural Subaquático dos Açores.

Haja saúde!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Zonas Balneares Oficiais do Pico — 2018

Piscina do Cais do Pico

A Portaria n.º 30/2018, de 28 de março, procedeu à identificação das Zonas Balneares Oficiais dos Açores para 2018. Para o caso da ilha do Pico, as zonas identificadas são:

São Roque do Pico
Lajes do Pico
Madalena

Estas zonas têm como época balnear o período compreendido entre o início de junho e o final de setembro. Por outro lado, as zonas balneares da ilha montanha têm reconhecida qualidade superior, tal como comprovam os galardões de Bandeira Azul e a classificação com Qualidade de Ouro atribuídos a várias destas zonas balneares ao longo dos anos.

Mais informações sobre as águas balneares açorianas podem ser encontradas no portal da Direção Regional dos Assuntos do Mar [www.aguasbalneares.azores.gov.pt]. Adicionalmente, alguns dados sobre a qualidade da água nestas zonas balneares (e em todas as outras de Portugal) podem ser encontrados no site do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos [http://snirh.pt/].

Por fim, a melhor forma de averiguar a qualidade destas zonas balneares oficias do Pico, bem como das restantes (mais de meia centena) zonas de banhos da ilha montanha, é mesmo usufruir das mesmas!

Haja saúde!

Piscina do Cais


Poças de São Roque


Furna de Santo António

terça-feira, 29 de maio de 2018

Grooving já começou na pista do aeroporto do Pico


Começou recentemente, neste final de maio de 2018, a execução do grooving na pista do Aeroporto da ilha do Pico. Esta empreitada, a qual corresponde a ranhurar a pista numa orientação perpendicular ao eixo da pista, irá melhorar as condições de aderência e de escoamento das águas superficiais da pista.

Segundo informação aeronáutica, prevê-se que os trabalhos (os quais são realizados entre as 19h e as 7h) estejam concluídos no início de agosto próximo, ou seja, esta empreitada tem uma duração estimada de cerca de dois meses e meio.

Esta é uma excelente notícia para a infraestrutura aeroportuária da ilha montanha, pois muitos dos cancelamentos causados pela chuva (e que afetavam sobretudo os aviões de médio-porte) serão agora reduzidos. A título de exemplo, na operação da TUI em 2016 na ilha do Pico, todos os cancelamentos verificados ficaram a dever-se a pista molhada em excesso, sendo que se o grooving já existisse, então estes cancelamentos muito provavelmente não teriam ocorrido.

Uma nota final para uma constatação factual: em setembro de 2016, os promotores da petição pública "Pelo aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico" identificaram que esta infraestrutura aeroportuária (a maior que é totalmente detida pela Região) beneficiaria, e muito, se a sua pista fosse aumentada e se nela fosse implementado o grooving; o início desta empreitada veio comprovar como o trabalho de identificação das condicionantes do Aeroporto da ilha do Pico estava correto.

Por outras palavras, a petição em causa "levantou voo" rumo ao parlamento açoriano com o desejo de trazer de volta duas importantes melhorias para a infraestrutura aeroportuária da ilha montanha; uma delas — o grooving — já "aterrou" e está agora a "desembarcar", restando agora esperar pela "decisão de embarque" do aumento da pista do aeroporto do Pico!

Haja saúde!

Post scriptum: no início de agosto de 2018, a pista do aeroporto do Pico ficou dotada de grooving em toda a sua extensão.


Exemplo de um grooving.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Pico em grande destaque na rota de serviço público aéreo com Lisboa em 2017


De entre as várias ligações aéreas entre os Açores e o Continente, existem três rotas que estão sujeitas a Obrigações de Serviço Público (OSP):
  • Lisboa / Santa Maria / Lisboa;
  • Lisboa / Horta / Lisboa;
  • Lisboa / Pico / Lisboa.
Atualmente, estas rotas sujeitas a OSP são operadas pela Azores Airlines, a qual integra o Grupo SATA — a transportadora aérea açoriana cujo único acionista é o Governo dos Açores. Assim, não só a SATA é, de certo modo, propriedade de todos os açorianos, bem como algumas das suas atividades podem ser alvo de análise por parte da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA). Devido a esta última razão, e em resposta a um requerimento apresentado na ALRAA, a SATA disponibilizou várias estatísticas relacionadas com estas três rotas entre os Açores e o Continente, as quais permitem uma análise aprofundada à operação realizada no ano de 2017.

Começando pelo número de voos, foram realizados um total de 1.113 voos, distribuídos por 200 na rota envolvendo Santa Maria (-6 face a 2016), 650 nas ligações com a Horta (+17 face a 2016) e 263 na rota com o Pico (+11 face a 2016). Em termos de passageiros transportados, obteve-se um total de 122.150 passageiros, distribuídos da seguinte forma:
  • Lisboa / Santa Maria / Lisboa — 13.731 pax (+1.834 face a 2016);
  • Lisboa / Horta / Lisboa — 78.554 pax (+1.683 face a 2016);
  • Lisboa / Pico / Lisboa — 29.865 pax (+2.618 face a 2016).
Com base no que foi referido anteriormente, verifica-se que a ligação entre a capital portuguesa e a ilha do Faial (onde está o Aeroporto da Horta) concentra quase dois terços dos passageiros das rotas sujeitas a OSP, sendo que as rotas envolvendo as ilhas do Pico e de Santa Maria representam cerca de um quarto e um décimo, respetivamente, dos passageiros transportados. Estes valores são os esperados, pois estão em concordância com o respetivo número de voos efetuados para cada rota.

Por outro lado, e comparando a evolução entre 2016 e 2017, verifica-se que um maior aumento no número de voos não significou um maior aumento no número de passageiros transportados: se na rota de Santa Maria até houve um aumento nos passageiros transportados (+1.834) existindo menos voos (-6), na rota da Horta, onde houve o maior incremento no número de voos (+17), foi onde se registou o menor aumento nos passageiros (+1.683); no Pico, onde houve um menor incremento no número de voos (+11), verificou-se o maior aumento nos passageiros transportados (+2.618).

Outro dado estatístico interessante, e que foi tornado público, prende-se com o valor médio da tarifa. Como a tabela seguinte indica, a rota de Santa Maria foi, regra geral, a mais económica ao longo de todo o ano de 2017, apresentando, por isso, o valor médio anual mais baixo (81 €). No caso das outras duas rotas, o valor da tarifa média anual foi igual em ambas (95 €). Contudo, e focando a análise entre junho e setembro — são apenas quatro meses, mas representam um período de tempo onde viajaram cerca de metade dos passageiros, isto é, correspondem à época alta do turismo e onde muitos passageiros (porventura a maioria) são não residentes — a rota Lisboa / Pico / Lisboa foi a que registou sempre o preço mais elevado.

Valor médio da tarifa.

Atendendo ao caso particular em que as ilhas do Pico e do Faial são servidas por ligações marítimas regulares entre elas, quem pretende chegar, partindo de Lisboa, a uma destas duas ilhas (ou vice-versa), pode facilmente utilizar o aeroporto da ilha vizinha. Isto significa que, tendo em conta o ano de 2017, a ligação entre Lisboa e estas duas gateways do "Triângulo" foi mais económica via Pico nos meses de inverno, sendo que no verão tornou-se mais barato viajar via Faial.

Do ponto de vista de uma companhia de aviação, falta analisar um dos mais importantes dados estatísticos: a taxa de ocupação. Este normalmente resulta de uma conjunção de fatores — preço, horários, atratividade do destino, etc. — cuja relação entre eles não é de fácil modelação. Em todo o caso, a taxa de ocupação permite perceber qual o sucesso de determinada rota e a sua tendência evolutiva. A tabela seguinte apresenta a taxa de ocupação, em 2017, relativa às rotas sujeitas a OSP em análise.

Taxa de ocupação.

Se apenas for considerada a taxa de ocupação média anual, a rota da Horta apresentou o melhor desempenho (75%), seguida de muito perto pela rota do Pico (74%), sendo que a ligação com Santa Maria registou a pior taxa de ocupação média anual (56%). Contudo, e analisando os dados mensais, algumas das conclusões que se podem tirar são as seguintes:
  • A rota Lisboa / Santa Maria / Lisboa apresentou em 11 dos 12 meses de 2017 a pior taxa de ocupação;
  • O valor mais baixo de taxa ocupação foi registado na rota Lisboa / Santa Maria / Lisboa — 39% (março de 2017);
  • A rota Lisboa / Pico / Lisboa apresentou em 7 dos 12 meses de 2017 a melhor taxa de ocupação;
  • O valor mais elevado de taxa ocupação foi registado na rota Lisboa / Pico / Lisboa — 92% (julho de 2017).
Para além de taxas de ocupação médias anuais semelhantes nas rotas envolvendo o Pico e o Faial, note-se que em ambos os casos, e considerando cada mês de 2017, a taxa de ocupação nunca foi inferior a 54%. No caso do Pico, um outro destaque vai ainda para o facto de esta rota ter sido a única que ultrapassou a barreira dos 90% de taxa de ocupação, nomeadamente em julho e agosto de 2017, bem como nos meses de verão (de junho a setembro) foi a que apresentou sempre o melhor desempenho.

Por fim, torna-se também interessante analisar a evolução da taxa de ocupação média anual de cada uma destas rotas com Lisboa sujeitas a OSP, tendo por base os dados conhecidos para os últimos três anos completos (de 2015 a 2017) — vide gráfico.


Procedendo a uma análise por rota, é possível concluir o seguinte:
  • Lisboa / Santa Maria / Lisboa — Esta rota apresentou sempre a taxa de ocupação média anual mais baixa, mas este valor não só tem vindo sempre a crescer desde 2015, bem como foi a rota que teve o maior aumento, em pontos percentuais, na taxa de ocupação média anual entre 2016 e 2017 (+20 pp). Em todo o caso, vale a pena recordar que esta rota permanece, desde 2015 até ao presente, com a mesma frequência semanal (2 voos por semana), bem como na esmagadora maioria dos casos é efetuada uma escala em Ponta Delgada (ilha de São Miguel).
  • Lisboa / Horta / Lisboa — Esta rota, a mais antiga e mais consolidada das três em análise, apresentou sempre a taxa de ocupação média anual mais elevada. No entanto, esta rota parece ter estabilizado e o aumento de voos ao longo dos anos tem sido o adequado, pois desde 2015 que a taxa de ocupação média anual se mantém praticamente inalterada (teve apenas um pequeno decréscimo de três pontos percentuais de 2015 para 2016 e outro decréscimo de um ponto percentual de 2016 para 2017).
  • Lisboa / Pico / Lisboa — Esta rota, tal como a de Santa Maria, tem vindo a apresentar uma taxa de ocupação média anual sempre a crescer ao longo dos anos. Contudo, e ao contrário do que acontece com a rota de Santa Maria, o número de ligações Lisboa / Pico / Lisboa não só tem vindo a crescer, bem como foi suprimida, em 2017, a escala na ilha Terceira que existia em muitos dos voos.
Por outras palavras, o resultado da rota do Pico é ainda mais espetacular, ora vejamos: no caso de Santa Maria, houve mais passageiros transportados para aproximadamente o mesmo número de voos, o que naturalmente resultou numa maior taxa de ocupação; no caso da rota da Horta, houve mais passageiros transportados, mas também houve mais voos, o que deu origem a uma taxa de ocupação praticamente inalterada; no caso do Pico, houve mais voos, mas os passageiros transportados conseguiram crescer de tal forma (mesmo sendo a rota mais cara no verão) que mesmo assim a taxa de ocupação aumentou!

Resumindo, os números não enganam: o Pico está na moda!

Haja saúde!

Post scriptum: Esta análise foi igualmente publicada na edição n.º 41.577 do 'Diário dos Açores', de 29 de maio de 2018.

domingo, 27 de maio de 2018

"ECO freguesias" do Pico — 2017


O concurso "ECO Freguesia, freguesia limpa", organizado pelo Governo dos Açores, tem como principal objetivo reconhecer e distinguir a limpeza das freguesias açorianas e o bom desempenho dos cidadãos e das diversas entidades na preservação da qualidade ambiental.

Na edição de 2017 deste concurso, e considerando as 17 freguesias da ilha do Pico, obtiveram-se os seguintes resultados [link para a lista completa das classificações das 146 freguesias açorianas participantes]:
  • 7 freguesias foram premiadas com um galardão (uma bandeira e um certificado), sendo que três delas (Prainha, Santo Amaro e São Caetano) obtiveram o certificado de excelência — o reconhecimento mais elevado do concurso;
  • 9 freguesias obtiveram um diploma de reconhecimento pelos esforços no âmbito do programa (atribuído nos casos em que não tenham sido cumpridos os objetivos mínimos por razões que não sejam diretamente imputáveis às juntas de freguesia);
  • 1 freguesia não atingiu os objetivos constantes no regulamento do concurso.

Destaque ainda para o facto de a freguesia da Prainha, no concelho de São Roque do Pico, pertencer ao restrito grupo de três freguesias dos Açores — a par do Corvo e da freguesia de Porto Martins (Praia da Vitória, Terceira) — que obtiveram sempre certificado de excelência de "ECO Freguesia, freguesia limpa" desde que existe este reconhecimento máximo.

Haja saúde!

"ECO freguesias" do Pico em 2017.

sábado, 26 de maio de 2018

Zonas Balneares do Pico com Qualidade de Ouro — 2018


Neste ano de 2018, a Quercus distinguiu uma zona balnear da ilha montanha com o galardão Qualidade do Ouro [link para a listagem nacional]:

Lajes do Pico

Esta avaliação de Qualidade de Ouro efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, sendo contudo mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.

Recorde-se que na ilha do Pico existem outras duas zonas balneares onde estará hasteada a Bandeira Azul em 2018:

São Roque do Pico

Estes galardões comprovam, assim, a qualidade das zonas balneares da ilha montanha — mas a melhor forma de averiguar esta situação é mesmo usufruir das zonas balneares do Pico!

Haja saúde!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Museu do Pico apresenta as exposições de fotografia 'Código postal: A2053N' e 'Na rota das grandes manchas'


Serão apresentadas ao público, pelo Museu do Pico, duas exposições fotográficas da autoria do galardoado fotógrafo açoriano, natural da ilha de Santa Maria, Pepe Brix.

No Museu da Indústria Baleeira, em São Roque do Pico, será inaugurada, a 25 de maio, a exposição 'Código postal: A2053N'. Pepe Brix documentou durante três meses e meio a vida a bordo do 'Joana Princesa', um dos 13 sobreviventes da frota portuguesa de navios de pesca longínqua. Chamou ao trabalho 'Código Postal: A2053N', a matrícula do navio. Construída em 1970, esta embarcação de 80 metros por 12,5 continua a desafiar os mares gelados do Atlântico Noroeste, como tantas outras antes dela. A exposição estará patente ao público até dia 26 de agosto.

Por sua vez no Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, no dia 26 de maio, será inaugurada a exposição 'Na rota das grandes manchas'. Trata-se de um documentário realizado para a National Geographic Portugal, sobre a pesca do atum no arquipélago dos Açores. Pepe acompanhou a embarcação 'Mestre Soares', de Vila do Porto, durante uma semana, numa jornada que navegou a norte das ilhas Terceira e Graciosa. Ao contrário da maioria dos atuneiros da frota açorina, esta conseguiu encontrar a tão procurada "mancha de atum" que lhe valeu um mês e meio de permanência sobre a mesma e 96 toneladas de atum capturado. À semelhança do que acontece nos arquipélagos da Madeira e Cabo Verde, os açorianos continuam a dar o exemplo ao mundo, praticando a arte do "Salto e Vara", para a captura do atum, uma das mais seletivas e sustentáveis entre todas as artes de pesca utilizadas. A exposição estará patente ao público até dia 2 de setembro.

Depois de publicada na edição de Outubro de 2016 da revista National Geographic Portugal, o documentário fotográfico entrou num circuito de exposições que conta com o alto apoio da Direção Regional das Pescas, Direção Regional da Cultura, do Município de Vila do Porto, e da National Geographic Portugal.

Pepe Brix, de 33 anos, um "vagamundo" como é definido, já realizou vários trabalhos fotográficos pelo mundo, os quais foram tema para exposições e livros, nomeadamente na revista National Geographic, da qual é colaborador. Foi vencedor do Prémio Gazeta 2015 na categoria Fotojornalismo.

Contando com a presença do fotógrafo, as sessões de inauguração estão previstas para as 21:30h, podendo ser apreciadas no horário de funcionamento dos Museus (de terça-feira a domingo - 10h-17h30).

Haja saúde!



quinta-feira, 24 de maio de 2018

Novo regulamento de acesso à montanha do Pico


A Portaria n.º 52/2018, de 23 de maio de 2018, vem incrementar os mecanismos de responsabilização individual aplicáveis aos visitantes e ajustar as taxas de acesso à montanha do Pico. As principais novidades introduzidas no regulamento de acesso ao ponto mais alto de Portugal são as seguintes:

  • Capacidade máxima de carga de 320 visitantes por dia no acesso à montanha do Pico;
  • Pernoita na cratera da montanha do Pico condicionada a um máximo de 32 visitantes por dia, à realização de reserva e ao pagamento de taxa suplementar;
  • Aumento do valor das taxas de acesso à montanha do Pico (nomeadamente subida à cratera e subida ao Piquinho), com a ressalva de que os visitantes que sejam residentes na Região Autónoma dos Açores estão isentos do pagamento destas taxas.

As novas regras produzem efeitos a partir de 1 de junho de 2018. Mais informações sobre o acesso à montanha do Pico podem ser encontradas em:


Haja saúde!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Desmantelamento do navio "Mestre Simão"


Aqui fica um registo fotográfico (datado de 19 de maio de 2018) relativo ao desmantelamento do navio "Mestre Simão".

Os trabalhos consistem no desmantelamento no local da embarcação encalhada, com recurso a uma barcaça instalada junto à mesma, na qual se encontra um equipamento articulado que serve de auxílio durante o processo de remoção dos escombros. Prevê-se que todo este processo esteja concluído em cerca de mês.

Todas as informações relativas ao encalhe do navio "Mestre Simão" (em 6 de janeiro de 2018) podem ser encontradas em:
http://www.caisdopico.pt/2018/01/navio-mestre-simao-encalha-na-madalena.html

Haja saúde!