quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Voos extra na Páscoa Lisboa-Pico-Lisboa

Nesta Páscoa de 2014 a TAP vai efectuar (para além do voo de Sábado) alguns voos extra Lisboa-Pico-Lisboa. Eis o que está planeado:

DiaOrigemPartidaDestinoChegadaDuraçãoN.º Voo
13 de Abril (Domingo)Lisboa08:45Pico10:2502:40TP3905
13 de Abril (Domingo)Pico11:10Lisboa*15:4503:35*TP3905
21 de Abril (Segunda)Lisboa13:30Pico15:1002:40TP3901
21 de Abril (Segunda)Pico16:00Lisboa19:2002:20TP3900
* O voo Pico-Lisboa TP3905 faz escala na ilha Terceira.
Fonte: TAP.

É de saudar o facto de que a rota no dia 21 de Abril é Lisboa-Pico-Lisboa sem escalas!
Haja saúde!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Apanha de espécies marinhas no mar dos Açores


A Portaria n.º 57/2018 (de 30 de maio), alterada e republicada pela Portaria n.º 39/2023 (de 24 de maio), bem como a Portaria n.º 21/2019 (de 19 de março), estabelecem um conjunto de regras relacionadas com a apanha de espécies marinhas no mar dos Açores. De seguida, apresenta-se um resumo destas regras, tendo como referência a apanha lúdica (isto é, que não tem por finalidade a comercialização das espécies capturadas) e a apanha para consumo humano, destacando-se igualmente o caso específico da ilha do Pico . Por outro lado, à recolha de algas arrojadas na costa, com o fim exclusivo de utilização como adubo natural tradicional para a agricultura local, não se aplicam as regras referidas de seguida (ou seja, não existem restrições na apanha de algas arrojadas na costa quando utilizadas como fertilizante).

No final deste post existe uma tabela resumo de toda a informação [clique aqui].

[Ver também: Portal do Pescador]

O que se pode apanhar?
(o link no nome científico remete para imagens das respectivas espécies marinhas)

I – Algas:
II – Moluscos gastrópodes ou univalves:
III – Equinodermes: IV – Crustáceos: V – Moluscos cefalópodes
Para efeitos de isco é, ainda, permitida a apanha de minhocas-marinhas (Polychaeta spp.).

Onde se pode apanhar?
Só é permitida a apanha de espécies fora das Áreas de Reserva do regime da apanha [link para os mapas, por ilha, das respetivas áreas de reserva].

No Pico existem 4 áreas de reserva (a cinzento na imagem):
  • PIC (A) — Zona entre o Cachorro e o Pocinho (inclui ilhéus da Madalena);
  • PIC (B) — Zona entre o Mistério e o Farol da Prainha;
  • PIC (C) — Zona da Ponta da Ilha;
  • PIC (D) — Zona entre a Silveira e a Ponta da Queimada.


No entanto, é permitida a captura de polvos, algas, moura, caranguejo-fidalgo, cracas e minhocas-marinhas em toda a costa da ilha do Pico (e das restantes ilhas, à exceção dos ilhéus das Formigas e de todas as áreas marinhas protegidas em que seja proibida a apanha).

Por outro lado, está também interditada, quando exercida por mergulho, a apanha de espécies nas seguintes zonas:

Quando se pode apanhar?
A apanha só pode ser exercida do nascer ao pôr-do-sol, com excepção do caranguejo-fidalgo e da moura que podem ser apanhados também durante a noite.
A lapa-brava e a lapa-mansa só podem ser apanhadas aos sábados, domingos e feriados.
Existem ainda os seguintes períodos de defeso, onde a apanha é interdita:
  • Lapa-brava e lapa-mansa – de 1 de outubro a 31 de maio.

Como se pode apanhar?
Na apanha só podem ser utilizados os utensílios ou instrumentos com as seguintes características:
  • Saco – dispositivo de armazenamento do tipo bolsa que só pode ser usado no transporte das espécies marinhas que resultaram do produto da apanha;
  • Camaroeiro – pequeno saco de rede fixo a um aro no extremo de uma vara que serve de utensílio para auxiliar a recolha das capturas;
  • Facão, faqueiro ou lapeira – utensílio constituído por uma lâmina de forma variável, fixada normalmente a um cabo curto e que é usado na apanha de lapas;
  • Bicheiro, puxeiro ou pexeiro – utensílio constituído por um gancho sem barbela, fixado a um cabo, e que é usado na apanha de polvos;
  • Negassa – utensílio constituído por uma vara, tendo fixa numa extremidade uma fateixa, com ou sem barbela, com um ou mais anzóis em círculo, antecedendo-se o isco enrolado ou preso à vara e que é utilizado na apanha de polvos;
  • Martelo e escopro – conjunto de utensílios constituídos por martelo e escopro que são usados na apanha de cracas;
  • Rapadeira ou raspadeira – utensílio constituído por um cabo ao qual se fixa uma lâmina de forma variável e que é usado na apanha de algas;
  • Tesoura – instrumento cortante constituído por duas lâminas móveis reunidas por um eixo e que é usada na apanha de algas.

A apanha exercida por mergulho (apanhador totalmente imerso na água) só é permitida desde que efetuada em apneia, sem utilização de qualquer aparelho de respiração artificial, à exceção de um tubo respirador, também conhecido como snorkel. Neste caso, é obrigatória sinalização de cada apanhador à superfície através de uma boia de cor amarela, laranja ou vermelha, munida de uma bandeira Alfa do Código internacional de sinais, de qualquer material ou, em alternativa, uma prancha ou similar com pelo menos 70 cm de comprimento, 40 cm de largura e 5 cm de espessura, com um mastro de bandeira não inferior a 40 cm, munido de uma bandeira Alfa do Código internacional de sinais, de qualquer material; esta boia de sinalização deve estar ligada ao apanhador ou equipamento, através de um cabo, com comprimento máximo de 50 metros, não podendo o apanhador afastar-se mais de 50 metros da mesma, sendo obrigatória a utilização de uma boia por cada apanhador. O apanhador tem, ainda, de transportar um aparelho sonoro, tipo apito, acoplado ao próprio ou ao equipamento de sinalização referido anteriormente.

A apanha entre marés não está sujeita a licenciamento; contudo, a apanha em mergulho de apneia está sujeita ao licenciamento para o exercício da pesca submarina.

Que outras restrições existem?
Existem limites específicos por dia e por praticante para as seguinte espécies:
  • Lapa-brava e lapa-mansa – 1,5 kg;
  • Cracas – 40 bicos.
As restantes espécies marinhas animais têm como limite 7,5 kg para comprimento total inferior a 40 cm, acrescidos de 5 exemplares de tamanho igual ou superior a 40 cm (informação extraída do regime jurídico da pesca lúdica nas águas dos Açores).

No caso da pesca submarina, o número total de exemplares de espécies piscícolas e polvos a capturar por cada praticante de pesca submarina lúdica é limitado a 10 por dia, acrescidos de 2 crustáceos (informação extraída do regime jurídico da pesca lúdica nas águas dos Açores).

Também existem limites de tamanho / peso mínimo para as seguintes espécies:
  • Lapa-brava – 5 cm (maior diâmetro da concha);
  • Lapa-mansa – 3 cm (maior diâmetro da concha);
  • Polvo* – 750 gramas.
(* informação extraída da regulamentação comunitária)

[Ver também: Tamanhos mínimos e períodos de defeso na pesca no mar dos Açores]



Tabela resumo - parte I

Espécie Hora de apanha Dia de apanha Período de defeso Tamanho / peso mínimo
Erva-patinha Só dia Todos
Erva-patinha verde Só dia Todos
Erva-rabão Só dia Todos
Erva-malagueta Só dia Todos
Alface-do-mar Só dia Todos
Buzina Só dia Todos
Búzio Só dia Todos
Lapa-brava Só dia Sáb. / Dom. / Feriados 1 de outubro a 31 de maio 5 cm
Lapa-burra Só dia Todos
Lapa-mansa Só dia Sáb. / Dom. / Feriados 1 de outubro a 31 de maio 3 cm
Ouriço-castanho-de-espinhos-longos Só dia Todos
Ouriço-de-espinhos-curtos Só dia Todos
Ouriço-do-mar-comum Só dia Todos
Ouriço-do-mar-negro Só dia Todos
Pepino-do-mar Só dia Todos
Caranguejo-fidalgo Dia e noite Todos
Craca Só dia Todos
Moura Dia e noite Todos
Polvo Só dia Todos 750 gramas


Tabela resumo - parte II

Espécie Limite apanha na costa
Limite apanha na pesca submarina
Erva-patinha Sem limite
Sem limite
Erva-patinha verde Sem limite
Sem limite
Erva-rabão Sem limite
Sem limite
Erva-malagueta Sem limite
Sem limite
Alface-do-mar Sem limite
Sem limite
Buzina 7,5 kg *
Sem limite
Búzio 7,5 kg * Sem limite
Lapa-brava 1,5 kg ** 1,5 kg **
Lapa-burra 7,5 kg * Sem limite
Lapa-mansa 1,5 kg ** 1,5 kg **
Ouriço-castanho-de-espinhos-longos 7,5 kg * Sem limite
Ouriço-de-espinhos-curtos 7,5 kg * Sem limite
Ouriço-do-mar-comum 7,5 kg * Sem limite
Ouriço-do-mar-negro 7,5 kg * Sem limite
Pepino-do-mar 7,5 kg * Sem limite
Caranguejo-fidalgo 7,5 kg * 2 exemplares
Craca 40 bicos 40 bicos
Moura 7,5 kg * 2 exemplares
Polvo 7,5 kg * 10 exemplares
* - De exemplares menores de 40 cm, aos quais acrescem 5 exemplares maiores de 40 cm.
** - Apenas permitida a capturas aos fins de semana e feriados.

Os limites definidos para a captura de lapa-brava e lapa-mansa são considerando ambas as espécies, ou seja, não se aplica 1,5 kg a cada espécie, mas sim para o total das capturas efetuadas destas espécies.

Na apanha lúdica na costa, as quantidades estabelecidas para outras espécies, que não a lapa mansa e brava e as cracas, são cumulativas por dia, ou seja não podem ultrapassar os 7,5 kg de capturas por dia por apanhador para o conjunto dessas espécies.

Na caça-submarina, o número de polvos máximo permitido capturar tem que ser contabilizado em conjunto com os peixes capturados. O número de crustáceos, com exceção das cracas, é absoluto, por dia apenas podem ser capturados dois no total dos exemplares capturados.

Todas as quantidades apresentadas aplicam-se por apanhador / caçador submarino e por dia de atividade, tendo em conta as ressalvas anteriores de espécies que têm de ser consideradas em conjunto nas capturas.

Boas apanhas!
Haja saúde!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Visita do Secretário Regional dos Recursos Naturais

O Secretário Regional dos Recursos Naturais, Luís Neto Viveiros, visitou hoje a zona do Cais do Pico, nomeadamente o núcleo de pescas do porto de São Roque do Pico.

O blog "Cais do Pico" não pôde estar presente, portanto as informações de que dispõe são as transmitidas pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GaCS), as quais estão disponíveis neste link.

A grande novidade passa por "alterações ao projeto desta obra, tendo em vista aumentar a operacionalidade e a segurança da atividade dos pescadores" (da costa norte da ilha do Pico e não sul como erradamente vem noticiado). Esta alteração consiste em “dotar o molhe de proteção do Núcleo de Pescas com tetrápodes, de modo a minimizar os galgamentos”.

Esperemos que seja uma obra rápida!
Haja saúde!
(Início das obras)

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Carta Regional de Obras Públicas 2013 - 2016

A Carta Regional de Obras Públicas 2013 - 2016 contempla as várias obras públicas que estão previstas nos Açores entre o 2º semestre de 2013 e o 1º semestre de 2016 [nova versão atualizada em abril de 2015 disponível através deste link].

No caso da ilha do Pico, as obras previstas são:
(a data corresponde ao início do procedimento de contratação)

2013 - 2º semestre
  • Porto de São Roque do Pico: construção de balneários e instalações sanitárias; reabilitação das oficinas e garagem de máquinas.
  • Aeroporto da ilha do Pico: restabelecimento da STRIP da cabeceira da pista 09; regularização da faixa STRIP no fim da pista 27; regularização do terreno no fim da clearway da pista 27; regularização de taludes; desbaste da vegetação e movimentação de terras; vedação delimitadora para as áreas críticas das cabeceiras 09 e 27.
  • Construção do novo edifício da Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico.
  • Correcção de taludes na Estrada Regional 1-1ª na Prainha.
  • Electrificação de 1 sala de ordenha.

2014 - 1º semestre
  • Aeroporto da ilha do Pico: execução de arranjos exteriores adjacentes ao armazém de material de placa.
  • Requalificação da área envolvente do Pocinho.
  • Obra de construção do novo Núcleo de Pescas da Madalena de modo a dotar aquela infra-estrutura de melhores condições de abrigo.

2014 - 2º semestre
  • Reabilitação da cobertura do Centro de Saúde das Lajes do Pico.
  • Reabilitação e ampliação do lar de idosos da Piedade.
  • Construção de reservatório de 100 m3 em Santo Amaro / Prainha.
  • Equipamento e electrificação do furo do Cabeço Pequeno.
  • Requalificação da rede viária rural e agrícola na ilha do Pico.

2015 - 1º semestre
  • Porto de São Roque do Pico: construção do novo Terminal de Passageiros (1ª Fase).
  • Reabilitação de um troço de calçada da Estrada Regional 1-2ª no Cais do Pico.
  • Construção de rotunda no entroncamento entre a Estrada Regional 1-2ª e a Estrada Regional 2-2ª.
  • Beneficiação da Estrada Regional 3-2ª (Estrada Longitudinal) - 2ª fase: colocação de camada de regularização e camada de desgaste.
  • Construção da circular interna à Vila da Madalena.
  • Reabilitação e ampliação das antigas casas dos Botes Baleeiros.
  • Electrificação de 2 salas de ordenha.
  • Electrificação de 3 salas de ordenha.
  • Lota da Madalena: ampliação da actual lota da Madalena, melhorando as condições higio-sanitária e dotando toda a infra-estrutura de equipamento adequado.
  • Reabilitação de um imóvel habitacional na ilha do Pico.

2015 - 2º semestre
  • Construção de 2 reservatórios de 250 m3 cada um na Prainha - São Roque do Pico.
  • Captação e distribuição (2,5 km de rede de adução e ponto de distribuição) de água na lagoa José Luís - Lajes do Pico.
  • Sistema de abastecimento de água na Criação Velha - Madalena (3,0 km de rede de distribuição e ramais).
  • Electrificação de 3 salas de ordenha.
  • Melhoramento de toda a estrutura existente do entreposto frigorífico da Madalena, incluindo a modernização da instalação frigorífica.

2016 - 1º semestre
  • Ampliação do quartel dos Bombeiros das Lajes do Pico.
  • Pequena obra de consolidação da orla costeira sobranceira à Irmandade Coroa Espírito Santo - São João.
  • Obra de pequena dimensão para proteção da orla costeira - Baía da Barca.

Com base no planeamento, 2015 promete ser um ano cheio de movimento!
Haja saúde!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Plano Anual Regional para 2014

O Plano Anual Regional para 2014 contempla os vários investimentos públicos e acções que estão previstos nos Açores para 2014.

No caso da ilha do Pico, os destaques vão para:
  • Porto de São Roque do Pico: Fecho das empreitadas de reforço da cabeça do molhe norte do porto comercial; reperfilamento do manto de proteção do molhe‐cais; construção da rampa ro-ro e obras complementares; reabilitação e adaptação de infra-estruturas; execução da rede de abastecimento de águas e do sistema de proteção contra incêndios do porto; aquisição de equipamentos de forma a permitir melhoria da qualidade de serviço e eficiência operacional; desenvolvimento do estudo e projecto do novo terminal de passageiros do porto de São Roque do Pico.
  • Porto da Madalena: Conclusão da construção das infra-estruturas portuárias e do novo terminal de passageiros do porto da Madalena.
  • Aeroporto da ilha do Pico: Sistema de manutenção do equipamento ILS/DME; restabelecimento da STRIP da cabeceira da pista 09 do aeroporto e a empreitada de arranjos exteriores do armazém de material de placa; aquisição de equipamentos visando aumentar os níveis de segurança operacional; classificação ACN/PCN da pista.
  • Escola Básica 2,3/Secundária das Lajes do Pico: Construção de um novo edifício escolar para cumprir a Carta Escolar e melhorar o sucesso escolar e combater o abandono precoce.
  • Centro de Saúde da Madalena: Conclusão da empreitada do novo Centro de Saúde da Madalena.
  • Casa dos Vulcões: Empreitada de construção do centro de interpretação da Casa dos Vulcões no Pico.
  • Museu do Pico ‐ Museu dos Baleeiros (Lajes): Empreitada de ampliação do Museu dos Baleeiros (auditório).
  • Museu do Pico ‐ Museu do Vinho (Madalena): Ampliação do Museu do Vinho.
  • Lar de idosos da Piedade: Ampliação do Lar de idosos da Piedade.
  • Lugar do Cais do Mourato: Contrato ARAAL com a Câmara Municipal da Madalena para electrificação do lugar do Cais do Mourato.
Outras acções que estão contempladas mas que não apresentam muitos detalhes são:
  • Apoio à reconstrução das igrejas e estruturas pastorais afectadas pelo sismo de 9 de julho de 1998.
  • Beneficiação, pavimentação, manutenção e requalificação de estradas regionais.
  • Execução de diversas intervenções de proteção da orla costeira.
  • Gestão da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico - regime de apoio à correção de dissonâncias arquitectónicas.
  • Sistemas de incentivos à manutenção e reabilitação da Cultura Tradicional da Vinha do Pico em currais.
Por fim, há que salientar um ponto inscrito no plano que merece um carinho muito especial para todos os picarotos que andaram e/ou ouviram histórias da mesma: Projeto de recuperação da Lancha Espalamaca!
Haja saúde!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Separadores Barcos e Aviões

O blog "Cais do Pico" apresenta duas páginas para além do seu feed de notícias "Montanha de novidades": a página "Barcos" e a página "Aviões". Nestas páginas é possível encontrar os horários dos barcos e aviões de passageiros que servem regularmente a ilha do Pico, respectivamente.

Os horários são apresentados sob a forma de tabelas interactivas, sendo assim possível a uma pessoa encontrar mais facilmente a informação que deseja.

Não deixem de visitar, comentar, sugerir alterações ou fornecer actualizações à informação dada. Toda a colaboração é bem-vinda!
Haja saúde!

Bem-vindos!

Desde tempos remotos que a zona do Cais do Pico serve como o principal ancoradouro da ilha do Pico. Porta de entrada e saída de pessoas e bens, local fronteiriço entre o interior e o exterior da ilha montanha, no Cais do Pico muita coisa já aconteceu, acontece e acontecerá!

Este blog pretende fazer jus ao seu título: ser um ponto de comunicação do que se passa dentro da ilha do Pico e do que é notícia fora da ilha mas que influencia os picarotos, dando especial destaque à zona do Cais do Pico, à vila e ao concelho de São Roque do Pico.

Mais uma vez, bem-vindos! Voltem sempre!

Haja saúde!