segunda-feira, 10 de junho de 2019

Pico em destaque na revista de bordo da TAP


A ilha montanha foi recentemente motivo de reportagem na UP – Ouse Sonhar Mais Alto, a revista de bordo da TAP Air Portugal:
A ilha do Pico tem a intensidade de um barco em alto mar. Cenário perfeito para a energia inesgotável e inspirada do chef Ljubomir Stanisic e da sua mulher, Mónica Franco.
Foi este o mote para o artigo intitulado "Açores – Emoções fortes" [link para artigo completo], o qual se debruçou em grande parte sobre os sabores do Pico, com destaque para os vinhos e queijos da ilha montanha.

Por fim, não deixa de ser curioso como apesar de a TAP já não voar para o Pico, esta companhia aérea aproveita a sua revista de bordo para publicitar esta ilha a milhares de passageiros; será que são saudades do passado, ou um prenúncio de retorno? A dúvida fica no ar, pois em terra fica a certeza de o Pico estar na moda!

Haja saúde!

domingo, 9 de junho de 2019

O milagre do vinho — a continuação e o futuro


No seguimento do artigo "O milagre do vinho que transforma os últimos em primeiros", no qual se denunciou que a Sessão Plenária de 2019 da Assembleia das Regiões Vitícolas da Europa terá lugar na ilha do Faial (pese embora tenha uma visita de campo à ilha do Pico), foram inúmeras as reações da sociedade picoense a contestar o local escolhido e a questionar as razões para a tomada desta decisão. A título de exemplo, os deputados municipais da Madalena aprovaram por unanimidade um voto de protesto ao Governo Regional pela não realização desta reunião internacional no Pico, bem como a Associação Comercial Industrial da Ilha do Pico (ACIP) emitiu um comunicado onde afirmou, entre outros, que "a não escolha do Pico, para a realização da Sessão Plenária de 2019 da Assembleia das Regiões Vitícolas da Europa, realizada nos Açores, é completamente incompreensível", além de pedir uma explicação desta decisão a quem de direito.

Face a tudo isto, o Governo dos Açores decidiu emitir um esclarecimento, o qual não só se transcreve de seguida, mas também se analisa e comenta, de forma a fornecer ao leitor toda a informação que foi possível recolher nos últimos dias.

A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, face ao comunicado da Associação Comercial e Industrial da Ilha do Pico sobre a não realização da Sessão Plenária da Assembleia das Regiões Europeias Vitícolas (AREV) no Pico, considera necessário esclarecer:

1 – Desde a primeira hora que foi intenção do Governo dos Açores realizar a Sessão Plenária da AREV exclusivamente na ilha do Pico.
Tudo foi feito para que fosse possível realizar este evento internacional numa ilha com grande tradição vitivinícola e cujas curraletas de vinha estão classificadas pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade.
A alternativa de repartir o evento pelas ilhas do Faial e do Pico só surgiu depois, quando se percebeu que não seria possível reunir um conjunto de requisitos logísticos padrão, que são sempre aplicados nas sessões plenárias da AREV.
Comecemos pela interpretação do que significa a expressão "desde a primeira hora": serão dias, meses ou anos? A certeza da resposta está no segredo dos deuses, mas pode ser balizada no tempo. Em novembro de 2018, durante a comemoração dos 40 anos da Associação Agrícola do Faial, o Secretário Regional da Agricultura anunciou que, em 2019, o Faial iria receber a reunião anual da Assembleia das Regiões Vitícolas da Europa — isto prova como a decisão em questão estava tomada com cerca de 7 meses de antecedência. Por outro lado, em novembro de 2014, ou seja, há 4 anos e 7 meses, teve lugar, pela primeira vez nos Açores, um encontro da Assembleia das Regiões Europeias Vitícolas, curiosamente também no Faial e com visita de campo ao Pico. Posto isto, pode-se concluir que "desde a primeira hora" está compreendido entre 7 meses e 4 anos + 7 meses, ou seja, houve um período de 4 anos para se perceber que não seria possível reunir a logística necessária para realizar a reunião em questão na ilha montanha. Antes de se analisar os pormenores logísticos, fica aqui uma dúvida no ar: será que a decisão de replicar, em 2019, a fórmula Faial + Pico de 2014 foi tomada porque facilitava a preparação desta reunião, pois evitava ter de se (re)analisar exaustivamente as condições logísticas da ilha montanha (e que eventualmente mudaram em 4 anos)?

2 – Na data da realização deste evento não havia no Pico disponibilidade de alojamento para acolher todos os participantes numa única unidade hoteleira.
Também em termos de organização dos trabalhos da Assembleia era necessário assegurar no mesmo edifício uma sala, em plateia e com mesas corridas, com condições para instalar cabines de tradução simultânea, bem como uma sala contígua para reuniões paralelas e um espaço para almoço volante.
Os espaços existentes no Pico não permitiam satisfazer todas estas exigências.
Dos "requisitos logísticos padrão" acima indicados e que não foram possíveis reunir na ilha montanha, note-se que foi verificado com pelo menos 7 meses de antecedência (com base no que foi deduzido anteriormente) que a hotelaria tradicional do Pico já tinha várias reservas. Das duas, uma: ou os turistas que nos visitam reservam alojamento na ilha montanha com vários meses de antecedência — o que prova como o Pico está na moda — ou então a organização foi verificar a disponibilidade tarde de mais. Em qualquer caso, fica aqui mais uma dúvida no ar: será que foi sugerido ou indagada a possibilidade de o alojamento poder ser dividido por várias unidades hoteleiras?
Ainda sobre a logística, a menção "assegurar no mesmo edifício uma sala, em plateia e com mesas corridas, com condições para instalar cabines de tradução simultânea, bem como uma sala contígua para reuniões paralelas e um espaço para almoço volante" pode encaixar, por exemplo, em algumas sedes de filarmónicas do Pico ou salões de Casa do Povo; mesmo que faltasse um dos espaços, poderia ser montada uma tenda anexa — note-se que se no Dia dos Açores de 2018 foi possível montar uma tenda em plena Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico para um almoço para centenas de convidados, então não seria assim tão complexo fazer algo em menor escala e, ainda por cima, contíguo a um edifício. Mais uma vez, uma nova dúvida surge: estas hipóteses foram exploradas ao máximo?

3 - O modelo adotado para a realização da Sessão Plenária da AREV nunca visou melindrar ou prejudicar o Pico.
Há que concordar plenamente com esta afirmação: o objetivo decerto não foi lesar o Pico; a questão é que a ilha montanha poderia ser muito mais beneficiada do que irá ser...

4 – Prova disso mesmo, a ilha do Pico tem sido palco de vários eventos relacionados com o setor agrícola.
Em 2018, decorreu o Comité de Acompanhamento do PRORURAL+ e, neste mês de junho, acolherá 30 profissionais, jornalistas e líderes de opinião do mundo do vinho, que participam no “Wine Summit 2019”, oriundos dos Europa, EUA e Canadá.
Além disso, a vinha e o vinho do Pico estarão em destaque na edição deste ano da Feira Nacional de Agricultura, bem como na Feira Agrícola Açores, que se realiza este ano no Faial.
O vinho e, em especial, o Pico estarão em destaque com a criação pela primeira vez de um pavilhão institucional dedicado só ao tema “O vinho e a vinha nos Açores”.
Estas são ótimas estatísticas e que provam o valor do Pico, ao mesmo tempo que homenageiam o esforço dos picarotos ao longo de séculos. Contudo, repare-se numa curiosidade: para a edição deste ano da Feira Nacional de Agricultura, foram transportados cerca de 20 toneladas de materiais, entre pedra basáltica e bagacina, dos Açores para Santarém, para representar a vinha do Pico; quem sugeriu esta ideia decerto teve inúmeras pessoas a lhe dizerem que seria uma operação logística muito complexa (seja com pedra do Pico ou mesmo de outra qualquer ilha mais próxima do Continente), mas a verdade é que esta representação se tornou numa realidade. Assim, a dúvida que se adiciona agora à lista é: consegue-se levar 20 toneladas de pedra e bagacina dos Açores para Santarém, recriar lá uma vinha típica da ilha montanha, mas não se consegue que cerca de 100 pessoas tenham uma reunião no Pico por questões logísticas?

5 – O Governo dos Açores está seguro que os trabalhos reservados para a ilha do Pico, no dia 13 de junho, serão uma excelente oportunidade para dar a conhecer mundialmente todo o trabalho e potencial de crescimento dos vinhos de qualidade que são produzidos nos Açores.
Foi preparado um programa vasto e diversificado, que inclui a visita à Paisagem da Cultura da Vinha, classificada como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, ao Museu do Vinho, à Adega A Buraca e ao Centro Interpretativo da Vinha, onde haverá lugar à degustação de vinhos açorianos certificados, com a presença de várias forças vivas da ilha.
Do programa constam também visitas à Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico e a um projeto apoiado pelo VITIS.
Há outra certeza que podem ter: os picarotos mostrarão como o trabalho feito na vinha e no vinho do Pico é de excelência, merece o maior reconhecimento possível, além de que os participantes serão acolhidos com a magnífica hospitalidade da ilha montanha.

6 – Esta iniciativa trará amplos benefícios para a produção e cultura vitivinícola do Pico, mas, no fundo, serão os Açores, no seu todo, que ganham com a realização deste evento.
Não haja dúvidas que o Pico, os Açores, Portugal, a Europa e o mundo tirarão proveitos da reunião em questão. De forma mais precisa, os holofotes da viticultura europeia estarão apontados aos Açores, e isso é bom sobretudo para o Pico, que estará entre o centro destes holofotes e a respetiva penumbra...

Por fim, reza a história que quando os primeiros povoadores chegaram ao Pico, vários pensaram que cultivar vinha no meio de pedra basáltica negra seria... um milagre! Pois bem, Frei Pedro Gigante, que decerto era crente, mostrou como há milagres que se realizam, sendo ele o precursor do que hoje se tornou património mundial: a paisagem da cultura da vinha do Pico. Nos dias que correm, a reação dos picarotos a toda esta questão (local escolhido para a Sessão Plenária de 2019 da Assembleia das Regiões Vitícolas da Europa) mostrou como o espírito do Frei Pedro Gigante ainda está bem presente: muitos ainda podem achar que realizar conferências no Pico sobre vinho é um milagre, mas muitos mais sabem que no futuro, seja mais cedo ou mais tarde, isso será uma realidade!

Haja saúde!

Post scriptum: Este artigo foi igualmente publicado na edição n.º 41.894 do 'Diário dos Açores', de 13 de junho de 2019. Em paralelo, a ACIP emitiu novo comunicado [link], onde reafirma que não foram "tidos nem achados" pelo Governo Regional sobre a realização desta sessão plenária.

sábado, 8 de junho de 2019

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Lancha baleeira "José Alexandre" regressa ao mar


A lancha baleeira "José Alexandre" regressou ao mar, depois de ter sido recuperada pelo Mestre João Tavares na freguesia das Ribeiras, na ilha do Pico.

Doze anos depois, a embarcação ficará de novo a cargo do Clube Naval de São Roque do Pico, não só para apoio às atividades náuticas mas também para fins turísticos.

Aqui fica (em anexo) a reportagem da RTP-Açores sobre o regresso ao mar desta lancha emblemática do Cais do Pico.

Haja saúde!

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Zonas Balneares do Pico com Qualidade de Ouro — 2019


Neste ano de 2019, a Quercus distinguiu uma zona balnear da ilha montanha com o galardão Qualidade do Ouro [link para a listagem nacional]:

Lajes do Pico

Esta avaliação de Qualidade de Ouro efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, sendo contudo mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.

Recorde-se que na ilha do Pico existem outras duas zonas balneares onde estará hasteada a Bandeira Azul em 2019:

São Roque do Pico

Estes galardões comprovam, assim, a qualidade das zonas balneares da ilha montanha — mas a melhor forma de averiguar esta situação é mesmo usufruir das zonas balneares do Pico!

Haja saúde!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Escala de navios de mercadorias no Porto do Cais do Pico — junho 2019


A Transinsular publicou no seu site a escala para o mês de junho de 2019 dos navios de carga que efetuam a ligação Continente - Açores (clique na tabela seguinte para conhecer esta escala).


Os navios e as datas em que os mesmos vão visitar o Porto do Cais do Pico, na vila de São Roque do Pico, encontram-se indicados na tabela seguinte (clicando no nome do navio abre uma nova janela com a localização atual do mesmo).

DiaNavio
06 de junho (quinta-feira)Ponta do Sol
14 de junho (sexta-feira)Insular
19 de junho (quarta-feira)Ponta do Sol
27 de junho (quinta-feira)Corvo

Previsão de entradas e saídas de navios - Porto do Cais do Pico: Todas estas informações encontram-se igualmente disponíveis no separador "Barcos" deste blog.

Haja saúde!

terça-feira, 4 de junho de 2019

Radar da PSP no Pico — junho 2019


Segundo a PSP, neste mês de junho de 2019 serão efetuadas algumas operações de controlo de velocidade por radar na ilha do Pico, nomeadamente em:

  • 6 de junho (quinta-feira) / 08h00 - 16h00 / São Mateus (Madalena);
  • 23 de junho (domingo) / 08h00 - 16h00 / Vila da Madalena.

Haja saúde!

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Governo dos Açores classifica lancha "Espalamaca" como bem móvel de interesse público


O Governo dos Açores classificou como bem móvel de interesse público a lancha de transporte de passageiros “Espalamaca”, propriedade da Região.

A resolução, aprovada no Conselho do Governo realizado a 24 de maio, em Angra do Heroísmo, foi recentemente publicada em Jornal Oficial e já entrou em vigor.

A classificação da “Espalamaca” teve em conta os critérios previstos em legislação própria relativos “à memória coletiva açoriana”, nomeadamente da população residente no 'Triângulo', e o interesse da lancha como “testemunho simbólico de vivências ou factos históricos”.

A lancha "Espalamaca" é fruto da combinação de outras duas lanchas de passageiros - a "Odete" e a "Maria Otília" - que pertenciam à Empresa Açoriana de Navegação e Pescas (EANP) e operavam no 'Triângulo' desde o início da década de 20 do século XX.

A fusão das duas embarcações foi realizada em 1944, pelo mestre Manuel Dias Vieira, de São Roque do Pico, tendo permanecido o nome "Maria Otília" e sua matrícula histórica (H-177-TL).

Em 1949, a lancha adquiriu o nome "Espalamaca" e, um ano mais tarde, já na posse da Empresa de Lanchas do Pico (ELP), é sujeita a profundas alterações, da autoria do mestre Manuel José da Silveira “Janeiro”.

A intervenção mais marcante foi levada a cabo pelo mestre Júlio Nunes de Matos, em 1966, e dela resultou uma mudança estética e de racionalização de espaços que perdurou praticamente até ao presente.

Com a nova configuração, a "Espalamaca" passou a ser o 'navio almirante' da frota da ELP e, nas palavras de um dos seus famosos mestres, a “Rainha do Canal”.

Navegou como elemento principal da frota da ELP até 1987, altura em que entraram ao serviço o "Cruzeiro das Ilhas" e o "Cruzeiro do Canal", tendo passado a uma operação de um nível secundário/complementar relativamente a estes navios.

Em 2002, cessou a sua operação de transporte regular de passageiros e foi varada nos estaleiros da Madalena, ficando completamente abandonada e desprotegida até 2014.

Nessa altura, foi contratualizada pelo Governo dos Açores a sua recuperação para fins museológicos, encontrando-se atualmente nos estaleiros de Santo Amaro, na ilha do Pico.

A lancha de transporte de passageiros "Espalamaca", registada na Capitania do Porto da Horta, sob o número H-177-TL, tem 17,46 metros de comprimento de fora a fora, 4,17 metros de boca, uma arqueação bruta de 33,03 toneladas e propulsão com motor fixo interior.

[Fonte: GaCS]

Haja saúde!

domingo, 2 de junho de 2019

Horários dos aviões na ilha do Pico — época alta 2019


Com o aproximar do verão, a ilha do Pico começa a ser contemplada com mais ligações aéreas, sobretudo interilhas. Mais concretamente, o aeroporto da ilha montanha passa a ter (até 30 de setembro de 2019):
  • 12 ligações semanais com a ilha Terceira (um voo por dia, reforçado com um segundo voo diário exceto às terças e quintas — nota: uma das ligações só terá início a meio de junho);
  • 19 ligações semanais com a ilha de São Miguel (dois voos por dia, reforçados com um terceiro voo diário exceto às terças e quintas — nota: duas ligações só terão início a meio de junho e outra ligação operará apenas a partir de julho);
  • 4 ligações semanais com Lisboa (voos às segundas, quartas, quintas e sábados).

Todos horários dos aviões que servem a ilha do Pico de forma regular encontram-se disponíveis no separador "Aviões" deste blog.

Haja saúde!



Voos regulares
(clique na origem/destino para mais detalhes)

Chegadas ao Pico
HorárioDom.2.ª3.ª4.ª5.ª6.ªSáb.
08h ― 11h
TER
PDL
LIS
TER
PDL
 
 
PDL
 
TER
PDL
 
 
PDL
 
TER
PDL
LIS
 
11h ― 13h PDL

PDL TER

PDL TER

PDL TER
 
13h ― 15h
 


        PDL
15h ― 17h PDL TER   TER
LIS

LIS
TER PDL
17h — 19h PDL
TER
PDL PDL
 
PDL PDL
 
PDL TER
 

Partidas do Pico
HorárioDom.2.ª3.ª4.ª5.ª6.ªSáb.
08h ― 11h
TER
PDL
LIS
PDL
 
PDL
 
PDL
 
PDL
 
PDL
LIS
11h ― 13h PDL TER
PDL
TER TER
PDL
TER TER
PDL
TER
13h ― 15h
 



 

 
PDL
15h ― 17h
TER

TER
 
TER

 

TER

PDL
17h — 19h PDL
PDL

PDL
PDL LIS
PDL
LIS
PDL

PDL
TER

Legenda: TER - Terceira | PDL - Ponta Delgada | LIS - Lisboa


sábado, 1 de junho de 2019

Início do "barco das 8 da noite" na Linha Azul e mais ligações na Linha Verde da Atlânticoline - verão 2019


Com o início de junho, a ilha do Pico passa a dispor de mais uma ligação marítima na Linha Azul da Atlânticoline. Mais concretamente, passa a existir o "barco das 8 da noite" entre as ilhas do Pico e do Faial, sendo que esta ligação manter-se-á até ao final de setembro.

Por outro lado, e no que respeita à Linha Verde, passam a existir, no mínimo, duas ligações diárias (uma de manhã e outra à tarde) entre as ilhas do Pico, São Jorge e Faial, sendo que esta situação manter-se-á até meados de setembro.

Recorde-se que no separador "Barcos" deste blog é possível encontrar os horários dos navios de passageiros que servem a ilha do Pico de forma regular, bem como os horários dos navios de mercadorias que escalam o principal porto comercial da ilha montanha.

Haja saúde!



Rotas de passageiros:
Rotas de mercadorias:
Previsão de entradas e saídas de navios - Porto do Cais do Pico: