quinta-feira, 30 de novembro de 2017

AnimaPIX 2017


Promovido pela MiratecArts, a segunda edição do AnimaPIX decorre entre 6 e 10 de dezembro na ilha do Pico.

O programa [em anexo] inclui uma mostra de inúmeros filmes, para além de animações com artistas ao vivo.

Haja saúde!



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Magazine Açores — São Roque do Pico


Apresenta-se, em anexo, o episódio dedicado ao concelho de São Roque do Pico da série televisiva 'Magazine Açores', a qual pretender dar a conhecer os 19 concelhos do arquipélago açoriano, destacando os seus valores patrimoniais, culturais e ambientais.

Haja saúde!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Pico — o vulcão n.º 382020 do Smithsonian


O Smithsonian Institution é um instituto fundado e administrado pelo governo dos Estados Unidos da América, cuja missão é promover e disseminar o conhecimento. De entre os vários museus e programas que estão sob a égide do Smithsonian, existe um — o Global Volcanism Program (GVP - Programa de Vulcanismo Global) — que contém uma menção à ilha do Pico.

Mais concretamente, o GVP (que está sob a alçada do Museu Nacional de História Natural) tem a missão de entender melhor os vulcões ativos da Terra e as suas erupções durante os últimos 10.000 anos; isto é alcançado através da documentação, entendimento e disseminação da informação sobre a atividade vulcânica global.

Assim, por ser um dos vulcões ativos do mundo (embora adormecido), o Pico integra este programa do Smithsonian, tendo lhe sido atribuído o número 382020 [link para mais informações]. Além disso, consta da base de dados do GVP a descrição geológica do vulcão do Pico, o historial de erupções conhecidas e as deformações ao longo do tempo, entre outros.

Para finalizar, apenas mais uma curiosidade: para além de toda informação escrita sobre o vulcão da ilha montanha, o Smithsonian tem também uma amostra de pedra picarota — um ancaramito da zona de Santa Luzia — o que significa que um "bocadinho" do Pico está presente num dos museus mais famosos a nível mundial.

Haja saúde!

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A chamarrita mais inesperada do mundo


San Diego, sul da Califórnia, Estados Unidos da América — num magnífico dia de sol e temperatura amena, como é habitual nesta cidade, estão reunidos todos os ingredientes para celebrar a união entre duas pessoas nascidas e criadas naquele país...

A cerimónia do casamento parece tirada de um filme de Hollywood: o celebrante (que atualmente até já recorre a um smartphone para o alinhamento da cerimónia) conversa com os noivos, fala do amor que os uniu e, no fim, diz a famosa frase: "I now pronounce you husband and wife; you may now kiss the bride!"

Após a oficialização do matrimónio, os convidados dirigem-se para o weeding reception (o copo-d'água). É chegada, então, a hora da primeira dança dos noivos. A noiva e o noivo lá tomam o seu lugar no centro da pista e começam a dançar. Os convidados encontram-se todos sentados à mesa e a aplaudir os noivos. Termina a música e eis que o noivo dirige-se ao DJ de serviço, sussurra-lhe algo e pega no microfone...

Antes de continuar a história, é importante voltar a referir que ambos os noivos são nascidos e criados nos Estados Unidos. Contudo, enquanto a família da noiva é totalmente americana, o noivo tem 100% sangue picaroto, pois todos os seus avós são naturais da ilha montanha. Além disso, ele tem imenso orgulho nas suas raízes, como adiante se verá.

O noivo começa a falar para todos os presentes, primeiro em inglês, seguindo-se a tradução em português, e diz que vai haver uma chamarrita do Pico, sendo que gostaria de convidar todos aqueles que a sabem bailar a se juntarem aos noivos...

Tem lugar, nesse momento, uma chamarrita à moda do Pico, com o noivo a ser o mandador (em português, claro), isto num casamento na América, a mais de 7700 km de distância da ilha montanha... Uau! Mas que bela surpresa que o noivo fez! E o à-vontade da noiva a bailar a chamarrita, ainda por cima tendo em conta o vestido que está a usar, é também admirável!

Enquanto assimilo tudo o que esta inesperada chamarrita significa, engano-me no passo... Sou prontamente corrigido pelo meu par: "one, two, left, right; it's easy, just follow me!" Fantástico! Não só a sabem bailar, como fazem questão de o fazer bem-feito! Dir-me-ão mais tarde, com um enorme sorriso no rosto, que a comunidade portuguesa de San Diego tem imenso orgulho na sua chamarrita.

O noivo cumpre com a tradição e termina este baile de roda com a expressão habitual: "olh'ó Pico!"

Sento-me e reflito novamente sobre o que ali se passou... Quase do outro lado do mundo da ilha do Pico, num salão onde metade das pessoas (ou talvez mais) não percebe português, um casal de jovens americanos recorre à chamarrita para celebrar o início da sua vida a dois; se é certo que o noivo tem ascendência picarota, e procura manter viva a herança cultural dos seus avós, a verdade é que a noiva passou a fazer da chamarrita também a sua cultura. Além disso, sente-se que a comunidade emigrante envolvente tem orgulho nas suas raízes e está sempre pronta para ouvir o emblemático "olh'ó Pico!" É, sem dúvida, um momento extraordinário e que ficará para sempre gravado na memória!

A chamarrita do Pico já tinha entrado para o Guiness World Records. Agora foi a vez de ter lugar a chamarrita mais inesperada do mundo, demonstrando, assim, que o único baile espontâneo ainda vivo em Portugal não só está para ficar, como também se está a alastrar!
Olh'ó Pico!

Haja saúde!

sábado, 25 de novembro de 2017

Bote baleeiro açoriano em destaque na National Geographic


Através do artigo online intitulado "From Whales to Buoys: Finding a New Sport in an Old Custom" ("Das baleias às bóias: descobrindo um novo desporto num antigo costume"), a prestigiada National Geographic Society dá assim destaque internacional ao bote baleeiro açoriano.

A reportagem é extensa, abordando sobretudo a evolução do uso dos botes desde a caça à baleia até às atuais regatas [link para o artigo completo]. Eis algumas passagens que merecem destaque:
  • "Estes botes baleeiros históricos estão fazendo a ligação entre os jovens tripulantes açorianos e o seu passado poderoso."
  • "O bote baleeiro é uma embarcação de uma beleza particular. Com cerca de 12 metros, os botes de madeira artesanais e coloridos deslizam na água com uma facilidade e um silêncio que fazem uma pessoa se sentir como se estivesse flutuando logo à tona do mar."
  • "Não mais utilizados na caça à baleia, os botes são agora um ícone da cultura açoriana e a peça central de um desporto vibrante entre as gerações mais jovens, as quais os usam para remar e velejar."

Em suma, o bote baleeiro açoriano conseguiu acompanhar a evolução dos tempos e vingar na sociedade atual, assumindo-se assim como um grande exemplo de que é possível preservar o património e ao mesmo tempo mantê-lo vivo. Por outras palavras, e parafraseando um 'oficial' de um bote baleeiro do Pico, "nós removemos a baleia, mas o interesse não desapareceu!"

Haja saúde!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Mergulhar vulcão adentro com uma câmara fotográfica


Ulla Lohmann é uma fotógrafa “sem medo”. À partida, não terá razões para se sentir intimidada pelo que o seu trabalho exige, mas esta é uma fotógrafa que capta imagens de vulcões, tanto por fora, como por dentro – e suspensa por cordas. “Tenho mais medo de andar no metro da minha cidade do que entrar nos vulcões”, conta. Em Junho passado, em mais uma das suas expedições, visitou a montanha do Pico. Escalou-a, montou uma tenda no solo que um dia já foi lava. Depois, fotografou toda a sua envolvente, das nuvens que circundam o ponto mais alto de Portugal ao manto de estrelas que quase pousa no cume do Pico. Como já lhe é costume, entrou pela boca do vulcão – agora, onde antes se espirrava lava, nasce um pequeno bosque.

Assim começa o texto que introduz uma fotogaleria sobre a montanha da ilha do Pico, sendo que este conteúdo multimédia integra a versão online do jornal 'Público' [link para a fotogaleria].

Haja saúde!

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Vídeo de raia gigante ao largo do Pico


Um mergulhador capturou em vídeo (no fundo do oceano) uma raia do tamanho de um tubarão, a qual parecia um extraterrestre [vídeo em anexo].

Stefano Ulivi, de 42 anos, não conseguia acreditar nos seus olhos quando percebeu que a grande rocha que ele estava se aproximando era, de fato, uma raia gigante da espécie Dasyatis pastinaca (vulgarmente conhecida por "ratão").

Enquanto o mergulhador italiano tentava obter uma melhor visão deste gigante a 20 metros abaixo do nível do mar, a raia notou a sua presença e, em pouco segundos, foi-se embora.

Tudo isto aconteceu nas águas ao largo da ilha do Pico, estimando-se que a raia tivesse cerca de três metros.

Haja saúde!

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Começou (efetivamente) a substituição de cabeços no Porto do Cais do Pico


O dia 21 de novembro de 2017 marca o (re)início da empreitada de substituição de cabeços ao longo de todo o cais acostável do Porto do Cais do Pico, em São Roque do Pico.

Como as imagens em anexo comprovam, iniciou-se o procedimento de "corte" de algumas secções de betão, com vista à instalação de novos cabeços e outra fixações.

Nota ainda para uma observação factual — considerando que:
Conclui-se, assim, que a rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico poderia ter sido inutilizada pelo menos 15 dias mais tarde (18-3) do que efetivamente foi, isto caso tivesse havido uma melhor articulação entre as diversas entidade envolvidas, situação essa que teria sido benéfica para todos!

Esperemos, agora, que a obra siga o seu percurso normal e que o prazo de execução seja cumprido, de forma a retomar a total operacionalidade do principal porto comercial da ilha montanha o mais brevemente possível.

Haja saúde!

Post scriptum: Link para fotos mais recentes da empreitada.

Nota: Tal como foi feito no post "Mas que dor de cabeços!", anexa-se um contador de quanto tempo já passou desde que (e devido a esta empreitada) a rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico ficou inoperacional para os navios 'Gilberto Mariano' e 'Mestre Simão', ambos da Atlânticoline.



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Blog "Cais do Pico" em destaque no 'Açoriano Oriental'


Invertendo um pouco a ordem habitual do que aqui se publica sobre a ilha montanha, desta vez o blog "Cais do Pico" é que foi notícia: o 'Açoriano Oriental', o mais antigo jornal português (fundado em 1835) dedicou um artigo a este blog.

Para ler o mesmo, basta carregar no link seguinte:
Caisdopico.pt é uma das "vozes" mais reivindicativas da ilha

Haja saúde!

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Montanha do Pico vai ter zona de apoio às descidas


Acaba de ser lançado um concurso público para a criação da zona de apoio às descidas do ponto mais alto de Portugal — a montanha da ilha do Pico.

Orçada em cerca de 350 mil euros, esta obra, com um prazo de execução de um ano, contempla também uma área de estacionamento para 60 viaturas.

O atual espaço da Casa da Montanha está a revelar-se insuficiente para servir de apoio simultâneo às subidas e às descidas, isto devido ao crescente afluxo de pessoas que pretendem chegar ao cimo da montanha — a cada ano que passa, regista-se sucessivamente um novo recorde de subidas.

Assim, esta futura zona autónoma (e que ficará contígua à atual) contempla instalações sanitárias, uma área para descanso e para o visitante poder trocar de vestuário, bem como limpar roupa e calçado, caso venha enlameado da descida [fonte: AO online].

Para conhecer as regras de subida à montanha do Pico, bem como algumas das suas curiosidades, basta clicar no seguinte link:
Regulamento de acesso à montanha do Pico

Haja saúde!

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Já conhece a página 20 do passaporte português?


A temática que preenche as páginas interiores do novo passaporte eletrónico português pretende honrar o admirável legado do património material e imaterial português classificado pela UNESCO — este é um tema inédito, no universo dos passaportes.

Pois bem, sendo a Paisagem da Cultura da Vinha da ilha do Pico um sítio classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, esta autêntica lição de vida legada e mantida pelos picarotos naturalmente também está presente no passaporte português.

Um qualquer passaporte é um documento de viagem e um convite a viajar pelo mundo; com o passaporte português, a ilha do Pico consegue, assim, viajar um pouco por todo o globo.

Haja saúde!


Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Açores

A inscrição da Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico na lista Património Mundial é o reconhecimento internacional que se trata de uma paisagem singular, refletindo uma versão única da atividade vitivinícola, numa pequena ilha vulcânica e a sua evolução desde a chegada dos primeiros povoadores no século XV. Trata-se de uma Paisagem que persistiu aos longos dos séculos, cuja configuração foi desenhada pela presença de atividade vitivinícola. A sua singularidade decorre do elemento fundamental que a compõe: o reticulado de muros construídos para abrigar a planta de vinha do vento e do rossio, a única cultura possível de subsistir num solo improdutivo.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pico vai ter recolha de resíduos recicláveis porta a porta em 2018


A ilha do Pico conta, desde fevereiro de 2015, com um Centro de Processamento de Resíduos, o qual permite a preparação de resíduos da ilha montanha com o objetivo de os reciclar.

No entanto, como as atuais taxas de recolha seletiva não são consideradas satisfatórias e tendo em vista uma maior sensibilização dos habitantes, a Associação de Municípios da ilha do Pico irá avançar com a recolha seletiva porta a porta de resíduos para reciclagem já em 2018.

[Fonte: RDP-Açores]

Os resíduos que podem ser reciclados são apresentados de seguida (ao invés de irem para o aterro, os mesmos são enviados para o continente português):

Tipo de resíduoEcoponto
Plástico / MetalEmbalão (amarelo)
Papel / CartãoPapelão (azul)
VidroVidrão (verde)

Recicle, a Montanha agradece!

Haja saúde!

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Número de subidas à montanha do Pico com novo recorde


Até ao final de setembro deste ano de 2017, cerca de 14.500 pessoas já tinham escalado a montanha da ilha do Pico — o ponto mais alto de Portugal.

Mesmo faltando contabilizar o último trimestre do ano, este número agora alcançado já é, só por si, superior ao total de subidas de 2016 — mais concretamente 12.317 e que constituíam o anterior recorde anual de subidas à montanha do Pico.

Assim, e ainda antes de terminar o ano, a ilha montanha já bateu mais um recorde numa das suas principais atrações turísticas.

Resumindo, os números não enganam: o Pico está na moda!

Haja saúde!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mas que dor de cabeços!


No início deste mês de novembro de 2017, a Atlânticoline anunciou que, devido a intervenção da Portos dos Açores no Porto do Cais do Pico, em São Roque do Pico — mais concretamente, uma empreitada de substituição de cabeços ao longo de todo o cais acostável — a operação dos ferries com rampa de popa ficaria impossibilitada a partir do dia 3 de novembro. Este constrangimento levou, então, a empresa pública de transporte marítimo de passageiros a reprogramar o horário da Linha Verde (a qual liga Pico, São Jorge e Faial) e a suprimir várias escalas em São Roque do Pico. Prevê-se, ainda, que esta situação se mantenha até fevereiro de 2018.

Como é bem sabido, a impossibilidade de utilização da rampa ro-ro acarreta várias desvantagens, nomeadamente a incapacidade de embarcar/desembarcar viaturas, bem como o desconforto e maior dificuldade que os passageiros têm para entrar ou sair do navio através de uma rampa lateral, a qual muitas vezes está bastante inclinada. Por outro lado, a supressão de escalas em São Roque do Pico é comprovadamente desvantajosa para todos aqueles que queiram ir do Pico para São Jorge ou vice-versa.

Posto isto, com toda a certeza que as empresas públicas Portos dos Açores e Atlânticoline tudo fizeram para minimizar o impacto da empreitada de substituição de cabeços no Porto do Cais do Pico, de maneira a garantir a maior operacionalidade do principal porto comercial da ilha montanha. Como bom exemplo, saliente-se que, pelo que se sabe, não está prevista qualquer inoperacionalidade dos navios porta-contentores durante esta empreita — este é um planeamento de saudar e fundamental, pois o Porto do Cais do Pico é a principal porta de entrada de mercadorias na ilha montanha, sendo inclusivamente o terceiro porto a nível Açores com maior movimento de carga contentorizada.

Contudo, analisando com calma tudo o que foi dito até agora e combinando com o que se passa no terreno, muitas questões se levantam... Ressalvando que a segurança das escalas marítimas está sempre em primeiro lugar, e por isso esta empreitada de substituição de cabeços ao longo de todo o cais acostável é muito bem-vinda, mesmo assim, pode e deve analisar-se alguns pontos de vista de quem só deseja que o impacto das obras seja o menor possível para todos.

Em primeiro lugar, recorde-se que o Porto do Cais do Pico tem já um longo historial de inoperacionalidade da sua rampa ro-ro, mais concretamente esteve um ano e meio sem que os navios 'Gilberto Mariano' e 'Mestre Simão' pudessem utilizar a rampa de popa, sendo que esta situação ficou resolvida em maio de 2016 com a colocação de novos cabeços. Assim, é do interesse de todos — dono de obra, empreiteiro e operador marítimo — que se evite a repetição de um tão longo tempo de inoperacionalidade da rampa ro-ro em São Roque do Pico.

No entanto, a realidade no terreno mostra algo paradoxal; para além da montagem do estaleiro da obra, até agora apenas se verificou o seguinte:
  • Nos primeiros dias da empreitada (de 3 a 6 de novembro) foram logo retirados três cabeços [imagens em anexo], curiosamente os que são indispensáveis para a operação dos ferries com rampa de popa da Linha Verde da Atlânticoline (cabeços esses que tinham sido colocados em maio de 2016, ou seja, há apenas 18 meses);
  • Passados 10 dias desde o início dos trabalhos, tudo continua na mesma, isto é, retiraram-se os cabeços e nada mais foi feito no cais acostável [ver foto recente em anexo].

Assim, torna-se óbvio que a rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico ficou logo nos primeiros dias inoperacional para os ferries em questão, pondo em prática as desvantagens enunciadas anteriormente.

Se, por um lado, é certo que existem variáveis que dependem do empreiteiro e que nem o dono de obra nem o operador marítimo têm controlo sobre as mesmas, por outro lado, uma melhor articulação de todas estas três entidades poderia ter permitido adiar a inoperacionalidade da rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico — por exemplo, poder-se-ia ter adiado uma semana a remoção dos três cabeços e estar-se-ia na mesma situação atual em termos de obra feita, mas com mais benefícios e conforto para os passageiros. Por outras palavras, mesmo mantendo a alteração de horário que suprimiu várias escalas em São Roque do Pico e enquanto não se retirassem os cabeços, o embarque/desembarque dos passageiros poderia ser feito pela rampa, bem como as viaturas poderiam embarcar/desembarcar neste porto.

Mas, dirão alguns, as obras são mesmo assim: há que esperar para ver "mais ação". A verdade é que, junto ao antigo terminal marítimo da Madalena, onde estão a decorrer (há já algum tempo) obras semelhantes de substituição de cabeços, a "ação" é completamente diferente: ou os antigos cabeços apenas saem do lugar aquando da remoção de blocos de betão (inclusivamente mantendo os cabeços acoplados a esses blocos); ou os antigos cabeços mantém-se ainda no lugar, mesmo junto a zonas parcialmente intervencionadas [vide fotos em anexo]...

Conclusão: a vila de São Roque do Pico tem fama de esperar e esperar e continuar esperando para ter obras marítimas, sobretudo atendendo à maior e mais importante de todas — o novo terminal marítimo; todavia, como não há regra sem exceção, na mais recente empreitada no seu porto comercial, o curioso é que, até agora, foi extremamente célere logo a parte da intervenção que mais reduz a operacionalidade portuária — a remoção de cabeços!

Em suma, o Porto do Cais do Pico — já batizado no passado como um porto do outro mundo — está e vai continuar a dar muita dor de cabeços...

Haja saúde!

Post scriptum: No dia 21 de novembro de 2017, começou (efetivamente) a substituição de cabeços no Porto do Cais do Pico.

Post post scriptum: Eis o stop feito ao contador de quanto tempo esteve inoperacional a rampa ro-ro do Porto do Cais do Pico antes das escalas dos navios 'Aqua Jewel' e 'Gilberto Mariano' em 4 de maio de 2018.







domingo, 12 de novembro de 2017

A Nossa Senhora do Livramento do Cais do Pico


Na igreja anexa ao Convento de São Pedro de Alcântara, no Cais do Pico, vila de São Roque do Pico, encontra-se a imagem de Nossa Senhora do Livramento.

Esta devoção tem mais de 500 anos e remonta aos primeiro povoadores, sendo que a construção da ermida que lhe foi dedicada (e que foi substituída pelo convento) resultou da gratidão por um milagre, tal como explicado no folheto em anexo.

Haja saúde!


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Petição sobre o Aeroporto do Pico analisada pela Comissão de Economia


No passado dia 8 de novembro de 2017, a Comissão Permanente de Economia, da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, reuniu na ilha do Pico com um único objetivo: fazer a audição de diversas personalidades sobre a petição "Pelo aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico".

Os primeiros peticionários começaram por apresentar os pressupostos que levaram à criação da petição e salientaram a enorme adesão da sociedade em relação a esta causa, "traduzida de forma simbólica em 2351 assinaturas — tantas quantas a altura do ponto mais alto de Portugal, o nosso Pico!"

Mais concretamente, e recorrendo sempre a fundamentações estatísticas e técnicas, foi enquadrado o crescimento do movimento de passageiros aéreos no Pico (o maior da Região) com a enorme procura que a ilha montanha tem registado recentemente. Depois, foram detalhados os constrangimentos operacionais atuais do Aeroporto do Pico, os quais provocam inúmeros cancelamentos naquela que é a maior infraestrutura aeroportuária totalmente açoriana. Seguidamente, foram apresentadas as soluções para mitigar os efeitos adversos provocados pela chuva e pelo vento, os quais passam não só pela implementação do grooving, mas sobretudo pelo aumento da pista. Finalmente, foi explicitado que, com estes investimentos, outras mais-valias seriam também adicionadas — por exemplo, bagagem de passageiros ou pescado para exportação que deixaria de ficar em terra, bem como poderiam ser feitos voos para paragens mais longínquas, tais como centro da Europa e costa leste americana — tornando o Aeroporto da ilha do Pico numa excelente porta de entrada para o "Triângulo", devido à sua centralidade no contexto das ilhas do Pico, Faial e São Jorge.

Os deputados expuseram as suas dúvidas, tendo os peticionários prestado os respetivos esclarecimentos — de destacar aqui a questão do custo associado ao aumento da pista, custo este estimado pelos peticionários entre 13 a 15 milhões (tendo por base os custos associados ao anterior aumento) para se obter uma pista equivalente à do Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada (ilha de São Miguel).

Para além dos peticionários, a Comissão de Economia ouviu também o representante de "Pico Airways", o presidente da Associação Comercial e Industrial da ilha do Pico (ACIP), a Associação dos Municípios da ilha do Pico (AMIP) — representada pelos três presidentes de câmara dos respetivos concelhos da ilha montanha — e ainda o eng. António Cansado, antigo presidente da SATA. Todos estes intervenientes foram unânimes em considerar fundamental aumentar a operacionalidade do Aeroporto do Pico através do respetivo aumento da pista, bem como salientaram que este aeroporto é o mais central do "Triângulo".

Após o "levantar voo" da petição em causa rumo ao parlamento açoriano, este conjunto de audições pode ser considerado como a "escala técnica" essencial para justificar a criação da petição, os seus considerandos e os seus objetivos. Agora, só fica a faltar "embarcarem" alguns pareceres solicitados a diversas entidades sobre esta petição, para que depois possa haver o "desembarque" no plenário da Assembleia Legislativa dos Açores.

Por fim, os promotores desta petição sobre o Aeroporto do Pico reafirmam uma vez mais que nunca esquecerão o enorme apoio das pessoas que a assinaram e a união pública demonstrada — incluindo as vertentes empresarial e política — gestos que nos fazem sentir que não estamos sós na defesa desta causa, mas sim que representamos um conjunto alargado e muito coeso de cidadãos!

O nosso muito obrigado a todos!

Haja saúde!

Post scriptum: Parecer da Comissão de Economia relativo à petição sobre o Aeroporto do Pico

Post post scriptum: Petição sobre o Aeroporto do Pico foi debatida em plenário da Assembleia Regional dos Açores em 19 de abril de 2018.

>>> Link para o registo desta petição na Assembleia Legislativa dos Açores <<<

Nota: Em anexo encontram-se alguns registos jornalísticos sobre este acontecimento marcante para a história do Aeroporto da ilha do Pico.

Links para notícias relacionadas: Rádio Pico | Ilha Maior.

Links para mais fotografias: fotos 1 | fotos 2 | fotos 3.

Link para notícia relacionada com a audição da Secretária Regional dos Transportes: Audição Comissão de Economia em 20/12/2017.


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Les Açores — Pico


A Profession Voyages é uma empresa canadiana francófona, baseada no Quebec, que é especializada no campo do turismo, fornecendo ferramentas de pesquisa para profissionais da indústria e consumidores de viagens.

Esta empresa veio conhecer os Açores e, como não podia deixar de ser, passou pela ilha do Pico. Desta visita resultou um artigo [link: Les Açores — Pico] e um pequeno vídeo [em anexo], onde o destaque foi para a paisagem basáltica, incluindo as cavidades vulcânicas, e para o vinho e vinha da ilha montanha.

Haja saúde!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A importância da ligação Lisboa-Pico-Lisboa no contexto do "Triângulo"


As ilhas do Pico, Faial e São Jorge formam o chamado "Triângulo", expoente máximo da sensação de arquipélago na Região Autónoma dos Açores: ilhas com paisagens e culturas diferentes mas que se avistam entre si todos os dias. Por outro lado, o "Triângulo" tem a particularidade única a nível regional de nele ser possível usufruir de ligações marítimas diárias entre as três ilhas, ligações estas que funcionam como verdadeiras pontes que contribuem para a coesão social, económica e territorial dos Açores, tal como referido no Plano Integrado dos Transportes dos Açores (PIT).

Se a deslocação interna dentro do "Triângulo" está assegurada por via marítima, as ligações ao exterior estão fortemente dependentes do transporte aéreo. No entanto, essas mesmas ligações aéreas permitem hoje ligar diretamente a capital portuguesa a duas das três ilhas do "Triângulo" (Pico e Faial). Por outras palavras, é possível chegar de Lisboa a uma localidade do "Triângulo", e vice-versa, com apenas uma viagem de avião e, eventualmente, uma viagem de barco. Esta é uma mais-valia e um grande factor de desenvolvimento do "Triângulo", o qual merece ser destacado e potenciado.

Contudo, a conjugação entre os horários dos barcos e os dos aviões pode levar a que a ligação Lisboa-"Triângulo"-Lisboa seja muito demorada ou mesmo irrealizável em algumas situações para todas as três ilhas, levando os passageiros a optarem pela opção de duas ou mais viagens aéreas com escalas em outras ilhas que não as do "Triângulo", diminuindo, assim, a importância e o potencial das ligações diretas entre Lisboa e o "Triângulo".

Importa, por isso, analisar como os voos diretos provenientes de/com destino a Lisboa servem todo o "Triângulo" na atualidade, isto é, durante o Inverno IATA 2017/2018. Comece-se, então, pela averiguação da frequência semanal dos voos da Azores Airlines com relevância para esta questão: Lisboa-Pico-Lisboa e Lisboa-Horta-Lisboa — vide tabela seguinte.

Voo
(chegada/partida)
Dia da semana
2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª S. D.
LIS/PIX/LIS
(13h15/14h05)
X






LIS/PIX/LIS
(15h15/16h05)





X

LIS/HOR/LIS
(15h15/16h05)

X





LIS/HOR/LIS
(09h45/10h35)


X

X

X

Como é possível constatar, às segundas-feiras e sábados a ilha montanha é servida por voos diretos com a capital portuguesa (uma rotação em cada dia), sendo que situação equivalente ocorre na ilha azul às terças, quartas, sextas e domingos. Deste modo, e como primeira conclusão, verifica-se que às quintas-feiras não é possível chegar a um qualquer ponto do "Triângulo" partindo de Lisboa, e vice-versa, a não ser que se efetue uma escala aérea noutro ponto do arquipélago açoriano.

Ainda assim, haver ligação direta entre Lisboa e o Pico ou o Faial não é sinónimo de garantia de uma boa ligação entre a capital portuguesa e o "Triângulo". Para comprovar esta afirmação, atente-se agora às tabelas seguintes, as quais mostram os tempos de viagem (terrestre+marítima) entre a aterragem e a chegada a outra ilha e entre a partida de uma ilha e a descolagem do avião, respetivamente, tendo por base os horários regulares de inverno da Atlânticoline.

De Lisboa
(para)
Após aterragem, duração da viagem até ilha de destino
2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª Sáb. Dom.
Pico   direto  2h30 1h30 ——— 1h30   direto  1h30
Faial
2h15
direto   direto  ———   direto  3h15
  direto 
São Jorge 6h15 irrealizável 9h00
——— 10h45
2h00
9h45

Para Lisboa
(desde)
Até descolagem, duração da viagem desde ilha de origem
2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª Sáb. Dom.
Pico   direto  3h10
2h20 ——— 2h20   direto  2h20
Faial
3h20
  direto  direto ———
direto 1h50
direto
São Jorge 2h45
4h45 irrealizável ——— irrealizável 3h20
irrealizável

Esta análise permite tirar várias conclusões:
  • Todas as ligações Lisboa-Pico-Lisboa permitem servir não só a ilha montanha, mas também as ilhas do Faial e de São Jorge;
  • As ligações Lisboa-Horta-Lisboa servem sempre a ilha do Faial e a do Pico, mas em metade dos casos os jorgenses ou quem os visita não podem usufruir destas ligações aéreas (devido à incompatibilidade do transporte marítimo).

Por fim, falta analisar os tempos médios das viagens extra (terrestre+marítima) para outras ilhas que não aquela onde aterra o avião, considerando, no caso de São Jorge, apenas as situações em que é possível apanhar o barco — vide tabela seguinte.


Duração média da viagem extra avião
Via Pico
(chegada/partida)
Via Faial
(chegada/partida)
Pico direto 1h45/2h33
Faial
2h45/2h35
direto
São Jorge 4h08/3h03
9h50/4h45

As estatísticas são claras e objetivas: um picaroto que viaje desde ou para Lisboa via Faial demora, em média, menos de três horas na parte extra da viagem (terrestre+marítima), sendo que um faialense que viaje via Pico também demora igualmente menos de três horas nas viagens extra; já um jorgense que opte por viajar via Pico pode demorar cerca de três a quatro horas a mais (na ida e na chegada, respetivamente), sendo que via Faial o tempo da viagem extra sobe bastante, passando a demorar desde quase cinco horas até quase dez horas (na ida e na chegada, respetivamente).

Aglutinando tudo o que aqui foi dito anteriormente, embora se diga que o "Triângulo" é servido em seis dos sete dias da semana com voos diretos com Lisboa, apenas as ilhas do Pico e do Faial são bem servidas nesses seis dias, sendo que a ilha de São Jorge só é bem servida (tanto em possibilidade de realizar a viagem, como em tempo de viagem total) nos dois dias em que a ligação aérea é via Pico.

Em suma, apenas as ligações Lisboa-Pico-Lisboa conseguem servir bem todas as três ilhas do "Triângulo", comprovando-se assim que esta é uma ligação fundamental e, quiçá, a mais importante no contexto das ligações entre Lisboa e o "Triângulo".

Haja saúde!

Post scriptum: Este artigo foi publicado posteriormente na edição n.º 41.421 do 'Diário dos Açores', de 11 de novembro de 2017.

domingo, 5 de novembro de 2017

sábado, 4 de novembro de 2017

1000.º post


Todo o tempo, esforço e dedicação despendidos para escrever neste blog traduziram-se, ao longo do tempo, em inúmeros posts, sendo que este ocupa uma posição simbólica: é o milésimo post!

Ao longo dos últimos 46 meses, vários foram os temas abordados neste blog, tendo sempre como inspiração tudo aquilo que esteja relacionado com a ilha montanha, com destaque para a zona do Cais do Pico, para a vila e para o concelho de São Roque do Pico.

Por outras palavras, em média foram publicados quase 22 posts por mês, o que significa que com uma regularidade praticamente diária (a cada 1,4 dias) existiu um artigo diferente publicado no blog "Cais do Pico". Além disso, existe um trabalho paralelo e constante de manter atualizadas as páginas deste site, com destaque para os horários dos barcos e dos aviões que servem a ilha montanha de forma regular.

É assim uma enorme satisfação poder celebrar 1000 posts e sentir que os mesmos têm tido um retorno fantástico: não só o número total de visualizações deste blog supera atualmente as 850.000, bem como o "Cais do Pico" é, presentemente, um dos blogs mais lidos de Portugal, sendo inclusivamente líder na sua categoria!

Por fim, não vou me alongar sobre tudo o aqui foi falado, deixando isso para os balanços anuais passados [2014 / 2015 / 2016] e futuros, mas gostaria de terminar destacando e reproduzindo apenas um post — o primeiro de todos, intitulado "Bem-vindos!":
Desde tempos remotos que a zona do Cais do Pico serve como o principal ancoradouro da ilha do Pico. Porta de entrada e saída de pessoas e bens, local fronteiriço entre o interior e o exterior da ilha montanha, no Cais do Pico muita coisa já aconteceu, acontece e acontecerá!
Este blog pretende fazer jus ao seu título: ser um ponto de comunicação do que se passa dentro da ilha do Pico e do que é notícia fora da ilha mas que influencia os picarotos, dando especial destaque à zona do Cais do Pico, à freguesia e ao concelho de São Roque do Pico.
Mais uma vez, bem-vindos! Voltem sempre!
Haja saúde!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Azores Birdwatching Arts Festival


Promovido pela MiratecArts, a primeira edição do Azores Birdwatching Arts Festival decorre entre 6 e 12 de novembro na ilha do Pico. O acontecimento procura destacar a observação de aves e divulgá-la de um prisma cultural e artístico.

O programa [em anexo] inclui atividades destinadas ao público, de uma forma generalista, e também aos alunos das escolas da ilha montanha. A ideia é promover a prática da observação de pássaros e fomentá-la, de forma educativa, através de uma dinâmica criada por intermédio das artes.

Haja saúde!



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Escala de navios de mercadorias no Porto do Cais do Pico — novembro 2017


A Transinsular publicou no seu site a escala para o mês de novembro de 2017 dos navios de carga que efetuam a ligação Continente - Açores (clique na tabela seguinte para conhecer esta escala).


Os navios e as datas em que os mesmos vão visitar o Porto do Cais do Pico, na vila de São Roque do Pico, encontram-se indicados na tabela seguinte (clicando no nome do navio abre uma nova janela com a localização atual do mesmo).

DiaNavio
02 de novembro (quinta-feira)Insular
09 de novembro (quinta-feira)Laura S
14 de novembro (terça-feira)Insular
23 de novembro (quinta-feira)Furnas
29 de novembro (quarta-feira)Insular

Previsão de entradas e saídas de navios - Porto do Cais do Pico: Todas estas informações encontram-se igualmente disponíveis no separador "Barcos" deste blog, apresentando-se também em anexo um mapa contendo, em tempo real, as embarcações que navegam na vizinhança da ilha montanha.

Haja saúde!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Supressão de escalas da Atlânticoline em São Roque do Pico


Comunicado da Atlânticoline:
A Atlânticoline, S.A. informa que, devido a intervenção da Portos dos Açores, S.A. no cais comercial do porto de São Roque do Pico, durante a qual a operação dos ferries com rampa de popa ficará impossibilitada, o horário da Linha Verde sofrerá alterações a partir desta sexta-feira, 3 de novembro.
Assim, as viagens da manhã na Linha Verde passam a escalar sempre o porto da Madalena, ao invés do porto de São Roque, de modo a assegurar o transporte de viaturas entre o Pico e São Jorge.
As viagens da tarde de segunda-feira, sexta-feira e domingo mantêm a escala já prevista em ambos os portos (Madalena e São Roque). Também o horário de sábado não sofrerá alterações.
O horário agora divulgado irá manter-se até ao final da primeira fase da intervenção no porto, que se prevê que aconteça no início de fevereiro do próximo ano.

Recorde-se que no separador "Barcos" deste blog é possível encontrar os horários dos navios de passageiros que servem a ilha do Pico de forma regular, bem como os horários dos navios de mercadorias que escalam o principal porto comercial da ilha montanha.

Haja saúde!

Post scriptum: Mais informações sobre a causa da supressão das escalas acima referidas podem ser encontradas no seguinte linkPortos dos Açores substitui cabeços de amarração em São Roque do Pico por meio milhão de euros / reportagem vídeo.

Post post scriptum: Link para primeiras fotos e impactos associados a esta substituição de cabeços.